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18/09/2013

Para um bom currículo.....

1. Garanta que seu currículo seja aberto facilmente, usando formatos comuns de arquivos, como os de extensão .doc ou .pdf. E ele deve ser leve, tendo, preferencialmente, até 1MB;


2. A compreensão não pode ser prejudicada por fontes pequenas, com pouco contraste ou de difícil leitura;



3. Não esqueça de colocar as informações básicas, como seu e-mail e telefone de contato;



4. Tome cuidado com o português. A criatividade do currículo será ignorada se você cometer erros de ortografia;



5. Se o currículo fugir demais do padrão, considere a possibilidade de enviar um arquivo tradicional junto com ele;



6. Mostre seu currículo para outras pessoas e ouça o que elas têm a dizer. Ao menor sinal de perigo, volte para o modelo tradicional.



7. Se for adequado à sua profissão usar a criatividade, faça isso apenas para destacar seus diferenciais, e não para apresentar algo comum a outros candidatos. Lembre-se que um currículo criativo destacará seu nome em meio a outros candidatos, positiva ou negativamente;

*Fonte: Ruy Bilton, sócio da consultoria de treinamento e desenvolvimento Atingire
Boa Sorte!

05/07/2013

Minuto Reflexão!

Princípio da seleção por competências



1. O comportamento passado é a base mais segura para prever o comportamento futuro.
2. A descrição do perfil do cargo, com base em requisitos específicos e comportamentos observáveis, torna a escolha mais objetiva.
3. A construção e o uso de um roteiro de perguntas possibilita obter informações sobre as competências desejadas para o ocupante da posição.
4. A entrevista usando o roteiro, realizada simultaneamente por dois ou três entrevistadores permite aumentar a qualidade das informações obtidas sobre os candidatos e a objetividade da escolha.
5. O uso de avaliação e calibração pelos entrevistadores tendo como base os critérios de requisito aumenta a objetividade da escolha final.

Os ganhos

Os gestores são cobrados por resultados das suas áreas. Valendo-se desses princípios, um gestor preparado pode melhorar significativamente a qualidade de suas escolhas ao selecionar candidatos para ocupar uma posição em sua área.
Ao participar do processo o gestor identifica os gaps do candidato escolhido e pode depois fazer um plano de desenvolvimento. 
Finalizado o processo, os candidatos devem receber feedback. Usando a entrevista de seleção por competência, os candidatos vão sentir que o processo foi correto e bem conduzido. Mesmo aqueles que não forem escolhidos irão falar bem de sua empresa.
A imagem da organização será afetada positivamente pela boa impressão que as pessoas terão durante o processo.

Fica aqui um convite à reflexão: qual a contribuição que o processo de recrutamento e seleção tem dado nos resultados na sua empresa? 

23/06/2013

Seleção por competência: muitos falam, poucos realizam



Falar de processo seletivo por competência é, antes, desconstruir todos os paradigmas criados, ao longo de algum tempo, quando se falou do assunto pela primeira vez. Trata-se de: receber; recepcionar; acolher; criar um ambiente de empatia; tornar o clima interativo, e não competitivo; deixar claro para todos que a intenção é buscar o profissional com perfil profissional que mais se aproxime da oportunidade oferecida; falar de competências comportamentais, de cargos, funções e banco de talentos. Enfim, é permitir que o profissional sinta-se à vontade e acolhido, de modo que se permita mostrar-se da maneira mais natural possível, visto que é exatamente isso que desejam os selecionadores que acreditam, compreendem e sabem aplicar, de fato, o processo de seleção por competência.
Ser um bom selecionador é, teoricamente, cumprir uma lista de requisitos encontrada em diversos sites, livros e falas de consultores, em treinamentos comportamentais, entretanto, daí a, realmente, ser um diferencial nessa atividade é mais que isso. É, antes de tudo, investir em si mesmo, buscando conhecer-se em suas potencialidades e, principalmente, em suas oportunidades de melhorias, posto que são estas questões que farão a diferença entre selecionar, de fato, ou escolher baseando-se em projeções, preconceitos e, o pior, verdades consideradas absolutas. 
Sempre que fazemos um processo seletivo, devemos procurar usar esse espaço de maneira didática, propriamente dito.

Às vezes, um candidato dá uma resposta, tem um comportamento ou uma atitude, ou ainda demonstra desempenho nas dinâmicas e/ou atividades, aparentemente, insuficiente ou inadequado. Para isso, não há atitude melhor que transformar aquele espaço em um excelente lugar de questionamentos, respostas, explicações, orientações, vivências, trocas e de compartilhamento. Parece pouco comum pensar dessa maneira, mas, estatisticamente, considerando processos do operacional ao estratégico, temos tido um percentual de acerto em torno de 90%. Ou seja, a cada 10 candidatados contratados, 09 são efetivados, depois do período de 45 dias de experiência. Nesse percentual de 10% ainda se incluem os que não se efetivam, porque recebem outras propostas.
Diversas vezes recebemos elogios dos profissionais do tipo: "Nunca passei por um processo como esse; vocês estão de parabéns!"; "Aqui eu me senti tranquila, não senti um ambiente de competitividade, mas sim de pessoas com talentos diferentes"; "Vocês estão de parabéns. O que foi dito aqui é para todos. É um espaço de aprendizagem". E, como estes, outros mais que nos deixam felizes e orgulhosos por realizarmos essa atividade, com muito amor e carinho, podendo apoiar e orientar as pessoas que, por algum motivo, pareceu-nos inadaptada aquele contexto, mas que pode ser era apenas uma percepção equivocada dos selecionadores.
Lembro-me de um episódio, para uma oportunidade no setor operacional, em que um dos candidatos, numa determinada dinâmica, sentiu-se tão à vontade e tão acolhido que fez uma declaração muito pessoal sobre si mesmo. Ouvimos atentamente o seu desabafo (foi assim que denominamos). Alinhamos as informações, em seguida, orientamos o profissional e, depois, inserimos os outros que escutavam aquele depoimento, pedindo a eles que se posicionassem sobre o assunto. Tivemos, durante todo tempo, o controle da situação: sem fazer juízo de valores; sem agir, preconceituosamente; sem seguir com os paradigmas que assombram a humanidade e fazem com que as pessoas piorem; além de aproveitar todos os posicionamentos vindos dos outros candidatos, para fazer parte dos nossos registros e futuras considerações.
Analisamos o desempenho daquele candidato, corrigimos as testagens e as atividades individuais e decidimos, pelo perfil apresentado, chamá-lo para a entrevista com o gestor do setor de referência. Hoje, ele está, ainda, conosco. Já foi promovido e mostra um carinho enorme pela organização. É, então, um cliente fiel, com ótima produtividade, procura sempre o RH, pois nos tem um excelente nível de confiança e, para nosso orgulho, está preparando-se para voltar aos estudos.
Quem não pratica o processo de seleção por competência, utilizando as técnicas que precisam ser consideradas, realmente, pode achar que o exemplo é um e que, por isso, é mais sorte do que fato. Costumamos dizer que entendemos esse ponto de vista, mas precisaremos discordar da opinião, porque é fato, de fato (desculpe-nos pela redundância.).
Narizes apontados para cima, desfiles roupas de marcas imponentes, semblante de que conhece mais a alma humana do que Deus, olhar analítico todo o tempo, avaliações com base em juízo de valores, pouca sensibilidade e intuição, pouca empatia, pouca estratégia organizacional, pouca visão de gestão, inabilidade em gestão de/com pessoas, às vezes, excesso de maternidade e, por isso, dificuldade em dar limites ou feedbacks, fora a pouca habilidade para negociar, planejar, educar ou orientar. Essas são algumas das características que um bom selecionador não pode trazer consigo. Sendo assim, é preciso cuidar-se, administrar-se e se curar desses males que, geralmente, influenciam nas escolhas que precisarão ser imparciais e sem nenhum caráter passional.
Vale lembrar o dia em que eu acreditei que numa "mega" empresa brasileira houvesse um processo sério, estratégico e profissional e acabei me inscrevendo numa seleção para analista de Recursos Humanos. Acho que não vale a pena entrar nos meandros que me fizeram pedir licença e sair, alegando inadequação para a função; mas vale contar como se deu a recepção da selecionadora com os profissionais que estavam aguardando. A responsável pelo processo nos deu bom dia, apresentou a empresa, a vaga, o cargo e, de maneira direta, pediu que nós nos apresentássemos em 10 minutos (pessoal e profissionalmente) e passássemos a palavra a outro candidato.
Bem, considerando o pouco que li e conheço sobre comportamentos, pessoas, processos seletivos, seleção por competências e, competências e habilidades, confesso que a forma surpreendeu-me e me fez questionar, no mínimo, a seriedade daquela atividade (perdoe-me se pareço pedante) ou o nível de sensibilidade da selecionadora em relação ao perfil humano.
Os cursos de graduação com foco em Recursos Humanos são muitos. São muitos também o número de alunos. Ainda muitos os que dizem querer trabalhar com Recrutamento e Seleção e/ou Treinamento e Desenvolvimento. Está na hora, então, das empresas começarem a considerar mais o perfil comportamental dos seus profissionais de Recursos Humanos do que a sua formação em pedagogia, ou psicologia, ou psicopedagogia, ou administração, ou assistente social ou etc. e tal; já que, embora seja fundamental a formação, o que, verdadeiramente, aparece como resultado é o comportamento que ele teve, diante daquelas pessoas que, por algumas horas, tiveram suas vidas ali, para alguém decidir.
Renata Marques.

22/06/2013

10 dicas que indicam a trilha certa para quem busca emprego

Um currículo impecável, estratégias de networking e marketing pessoal, a consciência sobre competências e táticas para fisgar os recrutadores e mandar bem na entrevista de emprego fazem toda a diferença na hora de conquistar uma oportunidade profissional. Tropeçar em alguns destes aspectos pode atrasar todo o processo, dizem os especialistas.
Mas como saber se você está no caminho certo? Pensando nisso, EXAME.com selecionou 10 testes que tratam destes temas fundamentais para quem está à procura de emprego. Que tal dedicar um tempo a eles para ter um diagnóstico preciso do que está indo bem e o que ainda precisa ser melhorado? Confira os testes:
1 Currículo
A frequência com que você atualiza o currículo, a escolha das palavras chave e maneira como você descreve a sua trajetória profissional são alguns dos aspectos para levar em conta na hora de mostrar o seu potencial para o recrutador.
A objetividade e a interação do documento com links são fundamentais na hora de elaborar um currículo matador. Faça o teste e descubra se você conhece as regras para deixar o seu na medida certa para atender às novas demandas do mercado.
2 Networking
Uma rede de contatos bem estabelecida é fundamental para qualquer profissional interessado em subir na carreira. Mas, muita gente confunde networking com coleção de cartões de visitas e nomes organizados na agenda de telefones. E, para ter sucesso na empreitada é preciso saber como transformar estes contatos em relacionamentos profissionais. Confira se você sabe fazer networking do jeito certo.
3 LinkedIn
A principal rede social profissional é uma grande aliada de quem está em busca de uma nova oportunidade no mercado de trabalho por ser uma vitrine global.
Lembre-se de que há diferenças entre o currículo convencional e o seu perfil no LinkedIn, se no primeiro a objetividade é um dos itens principais, no segundo, não é preciso economizar espaço porque quando mais completo for maiores as chances aparecer nas buscas feitas pelos recrutadores. Por isso teste se você está utilizando o LinkedIn da maneira correta.
4 A melhor rotina de trabalho para você
Os especialistas são unânimes em destacar a importância do autoconhecimento para a carreira profissional. Por isso confira qual a rotina de trabalho mais adequada para o seu perfil antes de escolher a empresa certa para vestir a camisa. Estar alinhado à cultura da companhia é o primeiro passo para se dar no novo emprego. Há maneiras de descobrir isso sem nunca ter trabalhado na empresa.
5 Trabalho em equipe
Entre as perguntas mais frequentes nas entrevistas de emprego estão aquelas que checam determinadas competências comportamentais. Uma delas é a capacidade de trabalho em equipe, uma habilidade cada vez mais valorizada pelas empresas. Faça o teste no link e descubra se você enxerga o grupo com um time e se a sua atitude é colaborativa.
6 Comunicação
Outro ponto de destaque na avaliação que as empresas fazem dos candidatos está relacionado à comunicação. Profissionais que são bons comunicadores tendem a ter mais chances de sucesso na carreira porque esta é uma competência exigida de quem vai assumir um cargo de chefia. Por isso, cheque se você precisa melhorar nesse quesito.
7 Marketing pessoal
A estratégia na hora de mostrar suas qualificações profissionais pode fazer você sair na frente de outros candidatos iguais ou até mais bem preparados do que você. Por mais competente que você seja não deixe de estudar algumas técnicas de marketing pessoal antes de encarar uma entrevista de emprego. Confira se você é um especialista na hora de “vender” os seus serviços.
8 Grau de atratividade para o mercado
Você é um profissional que tem tudo para ser disputado entre as empresas em busca de talentos? Quem está sempre em dia com as novidades da sua área de atuação, costuma bater metas e entregar resultados e mantém contato com headhunters tem mais chances de fisgar um recrutador e ser convidado para uma entrevista de emprego. Confira com o teste se este é o seu caso.
9 Táticas de procura por emprego
Nem sempre quem procura acha. Mas quem tem a estratégia certa tem muito mais chances de encontrar uma nova oportunidade profissional. O comportamento certo durante este momento é o pulo do gato para causar uma boa impressão nos recrutadores. Veja se as suas táticas são as mais indicadas pelos especialistas.
10 Comportamento durante a entrevista
A maneira como age, a pontualidade e a forma de se apresentar ao recrutador podem fazer você se destacar em uma entrevista de emprego. De nada adianta ser um profissional competente e ter um currículo arrasador se você colocar tudo a perder no momento mais importante do processo seletivo. Faça o teste  no link abaixo e confira se você sabe se comportar antes, durante e depois da entrevista de emprego.
Boa sorte!