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25/09/2014

Pesquisa diz que 82% dos candidatos não atendem requisitos para ocupar vaga

Levantamento realizado pelo site de empregos Trabalhando.com, baseado na análise de 6.272 currículos e mais de 2.000 vagas abertas durante os meses de fevereiro e março deste ano, revela que 82% dos profissionais que se candidataram para as oportunidades de trabalho não tinham o perfil desejado pelas empresas.
De acordo com o diretor-geral do Trabalhando.com, Caio Infante, houve casos de pessoas que alteravam sua formação de acordo com a oportunidade para a qual se candidatavam e profissionais da área tributária concorrendo a vaga que exige conhecimentos em contas a pagar, mesmo sem ideia de como executar tal função.
Para auxiliar os candidatos que estão em busca de recolocação no mercado de trabalho, Infante listou quatro itens que devem ser verificados antes de se candidatar a uma vaga de emprego.
Veja mentiras ou erros em currículos
  • Thinkstock
    Experiência
    Candidatos informaram que trabalharam em uma determinada área sem nunca ter passado por ela. No currículo, um deles citou que era assistente de marketing, mas descreveu atividades relacionadas a área comercial, como prospecção e vendas. "Experiência só se consegue com o tempo. É importante ter consciência de qual posto de trabalho se encaixa com seu perfil"Foto: Thinkstock
  • Stock.XCHNG
    Idioma
    Há pessoas com inglês básico se candidatando a vagas que pedem fluência no idioma. "Se a vaga exige conhecimento em algum idioma e o candidato não tem contato nenhum com a língua, não há por que se candidatar. Além de ser descartado logo de cara, o currículo não ficará guardado para futuros processos"Foto: Stock.XCHNG
  • Folhapress
    Endereço
    Há casos em que a vaga exigia que o candidato morasse em São Paulo e o profissional se candidatou mesmo morando no Rio de Janeiro. "Alguns anúncios fazem exigências com relação a gênero, exigem que o candidato resida na região onde a empresa está localizada ou estabelecem limite de idade. É preciso estar atento a esses requisitos antes de enviar o currículo"Foto: Folhapress
  • Shutterstock
    Especialização
    Quando a vaga pedia uma especialidade em engenharia civil, por exemplo, alguns engenheiros mecânicos e elétricos se candidataram para aquela oportunidade. "Em alguns casos, o profissional até pode se candidatar a vagas que não são de sua formação, mas precisam ter conhecimento no assunto ou ter formação em alguma carreira próxima. Em áreas como direito, o diploma é necessário"Foto: Shutterstock
Boa Sorte!
http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2014/04/30/pesquisa-diz-que-82-dos-candidatos-nao-atende-a-requisito-para-ocupar-vaga.htm

01/09/2014

7 formas de recrutar melhor

A tarefa de recrutar pessoas passou por uma verdadeira revolução nas últimas décadas. Surgiram as redes sociais, ganharam peso as competências comportamentais, a contratação por valores se intensificou e, em vez de candidatos ansiosos tentando vender suas qualidades aos sisudos recrutadores, estão empresas preocupadas em lapidar sua imagem como boas empregadoras.
Em meio a tanta transformação, permaneceu o fato de o recrutamento ser um dos maiores desafios — se não o maior — da área de recursos humanos. “Entre as disciplinas da nossa área, acho que essa é a mais difícil”, afirma Marcello Zappia, diretor de RH da Tecnisa.
“Para remuneração existem técnicas e ferramentas, para programas de desenvolvimento há metodologias, mas recrutamento é arte, não tem fórmula mágica.” A seguir, outros executivos de recursos humanos e especialistas em recrutamento contam como a empresa pode ser mais assertiva na difícil missão de selecionar os melhores.
Caia com tudo na rede
É inegável que o uso das redes sociais revolucionou a eficiência dos processos de recrutamento, trazendo mais agilidade para a busca por profissionais e, é claro, reduzindo custos. Segundo Milton Beck, diretor de vendas do LinkedIn, em 2011, 16% das companhias utilizavam redes sociais profissionais para contratação de pessoas no Brasil. Em 2013, essa fatia deve chegar a nada menos do que 44%.
Curiosamente, apenas 20% dos usuários do LinkedIn estão buscando recolocação. Isso quer dizer que 80% deles são candidatos passivos, que não entram no site de carreira da empresa e não enviam currículos. “Embora eles não estejam procurando emprego, podem aceitar conversar se forem abordados com uma oportunidade,” afirma Beck.
As redes sociais — e, neste caso, até as não profissionais — também valem para dar uma checada nas relações dos candidatos fora do processo seletivo. A Tecnisa, por exemplo, é totalmente adepta da técnica da “espiadinha”. “Usamos o LinkedIn e o Facebook para buscar referências de candidatos e também para avaliar seu comportamento nas redes”, explica Zappia.


“Se a pessoa for agressiva, por exemplo, e não demonstrar os valores que praticamos aqui, já sabemos que dificilmente irá se adaptar à empresa.”

Outra possibilidade que pode aumentar a eficiência do recrutamento é a divulgação das vagas nas mídias sociais das empresas, que acabam recebendo compartilhamentos espontâneos de seus fãs. “Muita gente segue vagas pelo Twitter e pelo Facebook e pode dividir as oportunidades que considera interessantes com seus amigos e seguidores, que possivelmente tenham interesses semelhantes aos seus,” afirma Mário Custódio, especialista em recrutamento da Robert Half.
“Venda” sua vaga
Buscar, divulgar e espiar são apenas as contribuições mais óbvias das redes sociais para o recrutamento. O RH pode usar esse mesmo canal para outro fim poderoso: cuidar de sua marca como empregadora. “Antes, as empresas publicavam uma vaga e apenas rezavam para aparecer candidatos. Era a estratégia do post and pray”, lembra Beck. “Hoje, o RH deve agir mais como áreas de vendas e mar­keting, gerando demanda de mercado.” 


Denise Barreto, sócia-fundadora da GNext Talent Group, consultoria especializada em soluções em recursos humanos, diz que uma das formas mais baratas de a empresa vender seu peixe é justamente pelas redes sociais. “Os jovens estão todos nas mídias sociais, e a empresa pode atingir esse público de forma segmentada, com campanhas, vídeos institucionais, programações específicas”, diz ela.

Claro que para obter bons resultados não basta apenas entrar na onda. “Não adianta, por exemplo, ter uma página no LinkedIn só porque é legal, sem oferecer nenhuma informação”, diz Maíra Habimorad, vice-presidente do Grupo DMRH. “Uma página mal construída pode passar a sensação de que a empresa é vazia.” Neste caso, em vez de atrair, você vai espantar candidatos. 
3 Deixe explícito quem você é
Oferecer informação consistente sobre a empresa facilita outra questão extremamente relevante na busca pela eficiência no recrutamento: o alinhamento dos candidatos aos valores da empresa. “Ninguém mais contrata só pelo lado técnico”, afirma Rafael Meneses, sócio da Asap, consultoria de recrutamento.
“Isso funcionava bem nos anos 50.” Segundo Meneses, é importante que a empresa deixe claro para os candidatos quais são suas características de gestão, seu estilo de trabalho e até oferecer informações sobre como seus funcionários se vestem para o trabalho. “Eles precisam vivenciar, mesmo que brevemente, a atmosfera da empresa para saber se ela tem a ver com eles ou não.” 
Mapeie potenciais candidatos
Se, de um lado, a empresa precisa cada vez mais se expor, por outro o candidato — ou aquele que ainda nem sonha ser candidato — pode deixar pistas valiosas para a empresa de quem ele é ou como ele pensa. Neste ano, a Votorantim Cimentos decidiu investir num processo de mapeamento de potenciais candidatos para selecionar 14 trainees.
O mapeamento nada mais é do que o cruzamento de dados reais da empresa baseados na opinião de seus funcionários, com valores e expectativas de potenciais candidatos. Com esses parâmetros, a empresa obtém um conjunto de pessoas que poderia abordar.
“Não estou abrindo vagas, estou dando elementos para ver se existe uma combinação entre o que a pessoa busca e o que a empresa pode oferecer”, explica Paula Giannetti, gerente-geral de captação, desenvolvimento e educação da Votorantim Cimentos
“É uma forma proativa de a empresa entrar em contato com pessoas que talvez nunca tenham cogitado trabalhar conosco, mas que gostaríamos de ter aqui.” O trabalho será coordenado pela 99jobs, comunidade de emprego e carreira, em parceria com a Box 1824, agência de pesquisa especializada em tendências de consumo e comportamento jovem.
A ferramenta já provou ser eficiente num piloto que a Votorantim Cimentos realizou para seleção de estágio. “Nossa estagiária, que hoje é funcionária contratada, contou tudo o que fazia, com quem interagia e, com base nessas informações, a 99jobs foi cruzando informações até chegar a 217 potenciais candidatos à vaga via redes sociais”, explica Paula. Para esses possíveis candidatos, a empresa enviou uma comunicação direcionada, perguntando quem tinha interesse em participar da seleção. Deles, 71 toparam.
O processo evoluiu até que 22 pessoas passaram por uma entrevista por telefone. Delas, nove foram convidadas para conhecer a empresa. “A 99jobs ia informando o percentual de aderência de cada candidato ao perfil que estávamos buscando”, diz Paula. “Das nove pessoas, cinco tinham 99% de aderência e, delas, eu contrataria quatro.” Detalhe: todo esse processo demorou dez dias.
Eduardo Migliano, sócio da 99jobs, explica que a busca por potenciais candidatos é feita em comunidades online. “Mapeamos comunidades que tenham a ver com os valores que a empresa procura”, diz. A estratégia, ele acredita, é muito mais focada e eficiente do que participar de feiras de recrutamento, por exemplo. “A grande mudança é transferir o recrutamento para o relacionamento.”
5. Dê valor às indicações 
Outra forma eficiente e ágil de buscar pessoas já alinhadas aos valores da empresa é investir em indicações internas. Foi o que constatou a Tecnisa, que há um ano e meio inaugurou o programa Criar, que recompensa indicações em dinheiro. São oferecidos 250 reais por indicação para cargos administrativos e 150 reais para cargos operacionais.
“Já contratamos 90 pessoas dessa forma e os resultados são excelentes”, diz Zappia, diretor de RH. “Uma coisa é a empresa ter três ou quatro pessoas na área de recrutamento buscando profissionais no mercado”, afirma. “Outra coisa é er 3 000 pessoas que podem indicar seus amigos, que muito provavelmente já vão ter proximidade com os valores da empresa.” As contratações por meio do Criar levam em torno de sete a oito dias úteis. Por outros meios, a média é de 15 dias úteis.
6. Contrate pessoas para contratar
Mais uma estratégia da Tecnisa para aumentar a eficiência e reduzir o tempo das contratações foi investir em uma equipe interna de seleção capaz de conduzir de 80% a 90% dos processos. “Há dois anos, 100% dos recrutamentos eram realizados por meio de consultorias”, diz. “Hoje, são terceirizados apenas processos para preenchimento de vagas muito específicas. Para funções-padrão, que conhecemos muito bem, trabalhamos com o RH interno.” 
7 Não deixe de olhar nos olhos
Por fim, não custa dizer que, mesmo com todas as tecnologias que facilitam e aprimoram o recrutamento de pessoas, é consenso entre os especialistas que o olho no olho continua sendo indispensável e insubstituível para bater o martelo no final do processo. 
Cada necessidade, uma sentença
Não adianta navegar bem na rede, ter um banco de talentos incrível, usar indicações internas se você não sabe por que está contratando aquela pessoa.
Maíra, do Grupo DMRH,ressalta que, antes de implementar qualquer mudança nos processos de recrutamento, é importante pensar nos objetivos que a empresa quer alcançar. “Se ela quer fechar vagas e reduzir o turnover porque muitas pessoas não se adaptam à cultura, a indicação interna pode ser ótima”, diz. “Se a empresa tem um quadro de funcionários com perfil muito parecido, que dificulta a inovação para o negócio, a consultoria externa faz muito mais sentido.” Já o recrutamento interno pode ser a melhor saída quando as pessoas costumam deixar a empresa porque não se sentem reconhecidas. “É preciso pensar antes de tomar decisão e não decidir apenas pela moda.” 
Boa sorte!
http://exame.abril.com.br/revista-voce-rh/edicoes/28/noticias/7-formas-de-recrutar-melhor?page=4

10/07/2014

Como formar uma equipe profissional de primeira

Uma equipe afinada, trabalhando em sintonia e trazendo excelentes resultado. Qual empreendedor não gostaria que seu quadro de funcionários fosse dessa maneira? Mais que executar tarefas diárias, os trabalhadores de uma empresa podem ser responsáveis pelo seu crescimento. 
"É preciso ter em mente quais os valores do seu estabelecimento. A partir disso, buscar pessoas com competências equivalentes”, recomenda Fátima Motta, professora doutora do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM - SP e sócia-diretora da FM Consultores.
Após eleger quais as características são ideais para um funcionário se sair bem dentro da sua empresa, é preciso elaborar um processo seletivo para avaliar os possíveis candidatos. “Você pode convocá-los através das redes sociais ou de empresas especializadas. O ideal é que sejam feitas várias entrevistas com gestores e líderes, membros da empresa, para que dessa forma reduzam os erros de avaliação”, explica Fátima.
As competências técnicas são importantes, mas devem estar aliadas a traços de personalidade compatíveis às necessidades da empresa. “Nem sempre a capacitação profissional corresponde a um excelente resultado. Existem profissionais com um currículo excelente e que são preguiçosos. De que adianta? Capacitação e personalidade caminham juntas”, afirma.
Outro ponto importante é não abrir mão de uma avaliação caso o candidato à vaga seja alguém conhecido ou indicado. “Isso é imprescindível. Por mais que a pessoa seja de confiança, ela pode não ter a ver com os valores da sua empresa. Achar que a pessoa é mais capacitada apenas por conhecê-la é um erro e pode gerar maiores problemas no futuro”, alerta.
http://itodas.uol.com.br/9502/como-formar-uma-equipe-profissional-de-primeira

19/06/2013

Jogos e técnicas traçam perfil de candidatos a vagas de emprego

Palavras cruzadas e grafologia ajudam a identificar pontos fortes e fracos
Testes de conhecimentos gerais e idiomas, entrevistas e dinâmicas de grupo. Além dos procedimentos tradicionais, os processos de recrutamento e seleção agora contam com mais uma etapa: a aplicação de ciências e ferramentas que buscam uma construção mais detalhada do perfil do candidato. Nessa área, jogos e técnicas como eneagrama e a grafologia ganham popularidade.
É o caso da TeamWork Hunting, empresa de recrutamento de profissionais de gerência, que aplica um jogo de palavras-cruzadas on-line logo no primeiro contato com o candidato, a fim de identificar pontos fortes e possíveis fragilidades.
 - O jogo mostra, de uma única vez, habilidades relacionadas a raciocínio lógico, concentração, conhecimentos gerais e de língua portuguesa – diz a sócia-fundadoraSimone Madrid, ressaltando que a idéia surgiu da necessidade de dar uma nova cara ao modelo tradicional de seleção. – O formato é tão engessado que se torna chato não só para o candidato, mas também para o recrutador. Por isso corremos atrás da novidade.
Desenvolvido pelas revistas Coquetel, da Ediouro, o jogo é aplicado em três níveis, de acordo com a exigência do cargo em questão. Dependendo do grau de dificuldade, a pessoa tem de 12 a 30 minutos para resolvê-lo. A aprovação costuma ser de cerca de 60%.
 SAIBA MAIS SOBRE AS TÉCNICAS
  •  PASSATEMPOS: Jogos como palavras-cruzadas, caça-palavras e sudoku (um quebra-cabeça baseado na colocação lógica de números) têm sido usados no primeiro contato com o candidato. A vantagem é testar habilidades como concentração, raciocínio lógico e rapidez de uma só vez. Há empresas que já aplicam simuladores on-line de negócios para recrutamento de nível gerencial.
materia publicado pelo jornal O Globo no cadero Boa Chance, segunda página do dia 13/12/2009

14/06/2013

Recrutamento e Seleção

 Algumas dicas uteis:

1. Foque no seu objetivo profissional e busque recolocação na área que focou. Se você atuar em mais de uma área, elabore currículos distintos e os encaminhe de acordo com a vaga.

2. Só se candidate à oportunidades que exigirem experiência em determinada área ou conhecimento específico, se você tiver essa expertise.

3. Se a vaga exige conhecimentos avançados em Excel ou qualquer outro programa e você só tiver o básico, não adianta se candidatar.

4. Se a vaga exige condução própria ou CNH válida e você não tiver, não se candidate.

5. Se a vaga exigir proficiência em determinado idioma e você tiver só o básico ou não tiver nenhum conhecimento, não se candidate.

6. Se a vaga exigir determinado curso de graduação e seu curso superior for outro, também não adianta se candidatar.

7. Se a vaga exigir disponibilidade para viagens e você for daquele profissional que não tem condições de ficar se deslocando seja por compromissos acadêmicos ou familiares que inviabilize viagens, não adianta se candidatar.

8. Se você for nível Auxiliar e a vaga for para nível Analista ou Coordenador, não adianta se candidatar.

9. Se a vaga exigir por exemplo “conhecimento em SAP” e você não tem, não se candidate pois não irá adiantar.

10. Se a vaga solicitar que você informe sua pretensão salarial, não encaminhe seu currículo sem essa informação senão seu currículo será descartado do processo de recrutamento. 

11. Se a vaga fornecer o valor do salário e esse não estiver de acordo com suas pretensões, não se candidate pois por melhor que você seja, a empresa não aumentará a remuneração por sua causa, exclusivamente. 

12. Mantenha seus telefones de contato sempre atualizados e evite mudar de números de contato e além do mais, verifique seus recados na caixa postal. E se o telefone for de contato, garanta que a pessoa que receberá o recado tenha condições de anotá-lo, pois é comum de não conseguirmos deixar recado por alguns motivos: criança atender o telefone e não passar para um adulto, deficientes visuais atenderem estarem sozinhos e não terem condições de anotar, idosos com dificuldade de visão ou ainda pessoas analfabetas. "Faça questão de poder ser localizado".


http://alemdorh.blogspot.com.br