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21/03/2015

7 elementos totalmente desnecessários em um currículo

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Preocupados em impressionar recrutadores, muitos profissionais se esquecem de uma regra básica para a elaboração de curriculos: menos é mais.
“Falta de objetividade é um problema recorrente nos CVs”, afirma Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive. De um visual enfeitado demais a detalhes irrelevantes sobre a sua trajetória, o excesso pode aparecer tanto na forma quanto no conteúdo do documento.
Além de atrapalhar a leitura, esses elementos podem depor contra o candidato. “Um currículo cheio de firulas transmite a imagem de um profissional pouco pragmático”, diz Fábio D’Ave, gerente de divisão da Robert Half.
Segundo os especialistas, a melhor estratégia é ir direto ao ponto. Veja a seguir o que pode, tranquilamente, ficar de fora do documento:
1. Nostalgia
Não há problema em citar os empregos que você teve no passado, mas tudo tem limite. Souto recomenda que experiências ocorridas há mais de 10 anos sejam apresentadas de forma sucinta. “É bobagem usar o espaço do currículo para detalhar o que foi feito há tanto tempo”, diz.
O mesmo vale para a sua formação anterior à faculdade. Segundo D’Ave, citar o lugar onde você cursou o ensino médio é aceitável, embora não obrigatório. Citar as escolas que vieram antes disso é desnecessário.
2. Tarefas operacionais
No campo de experiências profissionais, a descrição das atividades do dia a dia deve ser concisa. Se você trabalhou como gerente de vendas, por exemplo, não precisa dizer que enviava relatórios ou fazia reuniões periódicas com a equipe.
“Esse tipo de informação é irrelevante, além de óbvia”, afirma Souto. Ele recomenda usar apenas duas ou três linhas para descrever cada atividade desempenhada. Além disso, é fundamental mencionar os resultados que você trouxe para cada empresa por que passou.
3. Autoelogios
Ágil, dedicado, perfeccionista, obstinado, incansável - é ingênuo pensar que adjetivos positivos sobre você mesmo no CV vão melhorar a sua imagem.
“É um recurso de péssimo gosto, que pode inclusive desestimular o recrutador a chamar o candidato para uma entrevista”, diz Souto.
4. Excesso de elementos visuais
Salvo algumas exceções, D'Ave não recomenda incluir fontes e cores diferentes, logos de empresas, fotos e outros elementos gráficos num currículo.
“Só polui a página, e dá a impressão de que o profissional está preocupado demais em ‘enfeitar o pavão', e não com o que realmente importa”, afirma.
5. Informações adiantadas
Incluir a sua pretensão salarial no currículo é muito precipitado. De acordo com Souto, a remuneração deve ser discutida numa fase posterior, cara a cara com o recrutador.
Outro erro é apresentar dados como número do RG ou anexar materiais como portfólio, cartas e listas de referências. “Esses itens serão pedidos num momento mais avançado do processo seletivo”, diz o CEO da Produtive. Além de dispensável, esse excesso pode transmitir ansiedade em convencer o recrutador de que você deve ser chamado.
6. Conhecimentos superficiais 
Você conhece um pouquinho de programação? Sabe falar o básico em italiano? Na opinião de D’Ave, é preciso ser criterioso antes de incluir esse tipo de informação entre as suas competências.
“Na maioria das vezes, não é necessário mencionar um conhecimento superficial, ainda mais se ele for irrelevante para a sua área ou para a vaga que está disputando”, diz ele. “Falar ou não falar dá na mesma”.
7. Cursos extracurriculares
Na tentativa de exibir os seus conhecimentos, você também pode exagerar no campo de cursos. Segundo Souto, é desnecessário mencionar aperfeiçoamentos e capacitações que não tenham relação com a sua área.
E ele vai além: mesmo que eles tenham a ver com a sua profissão, é bom ser econômico. “Basta mencionar os cinco ou dez cursos que mais fizeram diferença para você”, recomenda.
Boa Sorte
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/7-elementos-totalmente-desnecessarios-em-um-curriculo

03/03/2015

6 perguntas decisivas para se fazer antes de pedir demissão

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Um dia, sem pensar, você pode ceder às frustrações acumuladas com o trabalho e pedir demissão. É bom se preparar desde já para aplacar esse impulso - pelo menos se você quiser evitar arrependimentos.
O alerta faz sentido, sobretudo, por conta da escalada do estresse nos ambientes de trabalho. “Há muita cobrança e poucos recursos, o que favorece decisões intempestivas”, afirma Sueli Aznar, consultora de carreira da Right Management.
Mas qual é o preço de agir no calor da emoção? Segundo Sueli, o maior problema está em não saber qual será o próximo passo. “Se a decisão não foi planejada, você perde o controle sobre o médio e o longo prazo”, afirma.
Daí a importância de comandar a gestão da sua carreira - uma atitude que, além de evitar decisões irracionais, ajuda a enfrentar o estresse. “Se você sabe aonde quer chegar, pode até se blindar contra as dificuldades do dia a dia”, diz Sueli.
Está pensando em pedir as contas? A hora realmente pode ter chegado - mas não prossiga antes de se fazer as seguintes perguntas, sugeridas por especialistas ouvidas por EXAME.com:
1. O que eu realmente quero para mim?
A pergunta pode parecer filosófica demais, mas é decisiva. “Você não deve tomar nenhuma decisão sem saber qual é a sua motivação para acordar todo dia”, diz Eliana Pinheiro, da Sociedade Brasileira de Coaching.
É importante saber se o seu trabalho não traz mais nenhuma realização íntima e profunda - mas também é fundamental saber se outro emprego daria essa garantia. É neste ponto que cabe a próxima pergunta.
2. A grama do vizinho é mesmo mais verde?
Segundo Telma Guido, consultora da Right Management, temos o hábito de nos apegar às desvantagens da nossa situação atual - e de idealizar a vida alheia. O remédio contra isso é a informação.
“É preciso pesquisar o máximo possível sobre outras empresas, e fazer networking para saber como vai o mercado, inclusive em termos de remuneração”, diz a especialista. “Pode ser que a sua situação não seja tão ruim comparativamente”.
3. Qual é a viabilidade de um plano B?
Telma também recomenda uma análise rigorosa sobre as alternativas ao seu emprego atual. “Pedir demissão para ficar desempregado não costuma ser uma boa estratégia”, afirma ela.
Quanto tempo você demorará para se recolocar? Se a ideia for abrir um negócio próprio, quanto tempo e dinheiro serão gastos até você se estabelecer? Segundo a consultora, é preciso reunir o máximo possível de informações para se organizar e não “aterrissar” no vazio.
4. Quero sair por um motivo amplo ou restrito?
De acordo com Eliana, é comum que profissionais abandonem empregos por razões muito pontuais. “Às vezes, o que está por trás da decisão são problemas reversíveis, como falta de competências específicas ou dificuldade de relacionamento com colegas”, diz ela.
A não ser que as suas razões sejam mais profundas, vale repensar a decisão. “Se forem problemas menores, é provável que você os tenha no próximo emprego também”, afirma Eliana.
5. Estou mesmo pronto para um salto?
Muitos pedidos de demissão derivam do sentimento de estagnação. Em alguns casos, faz sentido - em outros, não passa de ansiedade. “É comum que os jovens queiram mudar de emprego por não estarem crescendo tão rápido quanto desejam”, diz Sueli.
Se esse é o seu caso, é bom dar uma injeção de realismo nas suas ambições. Você está mesmo preparado para galgar posições? “É importante buscar dados objetivos sobre os fatores de sucesso na sua empresa”, diz a especialista.
6. Ainda compartilho valores com a empresa?
Antes de bater na porta do RH, também vale uma reflexão sobre sua compatibilidade com o seu empregador atual. Fusões e aquisições, novas chefias, reestruturações - muitos fatores podem transformar os valores de uma empresa, e então gerar desencontros.
“Às vezes são os princípios do próprio profissional que mudam com o tempo”, diz Telma. “O importante é saber se ainda existem valores em comum entre as duas partes”
Boa Sorte!!!
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-perguntas-decisivas-para-se-fazer-antes-de-pedir-demissao

21/02/2015

O RH dos sonhos dos CEOs

Conversando com muitos CEOs de empresas durante o ano, em uma rodada de eventos que promovemos em diversas cidades em 2014, percebi que a maioria deles busca algo em comum: atrair, engajar e reter profissionais. Esse é o tripé que sustenta a maior parte das preocupações dos presidentes de empresas relacionadas à gestão de pessoas. Não é uma tarefa fácil, e tem ficado mais desafiador ao longo dos anos.
A grande mudança que vem acontecendo nos últimos anos é o maior envolvimento dos líderes das empresas em temas de recursos humanos. Ao invés de ser uma área de suporte, que resolve problemas e realiza tarefas operacionais como folha de pagamento, por exemplo, o RH tornou-se um parceiro estratégico do CEO. Os comandantes das empresas vêm percebendo que o engajamento das pessoas traz eficiência, resultados e impacta positivamente na competitividade.
Outra grande conquista das empresas nos últimos anos foi entender o papel das novas gerações no contexto corporativo. Antes vistos com desconfiança, os jovens deixaram de ser um problema em muitas organizações para serem agentes de inovação, mudança de cultura e readaptação a um novo mundo – digital, flexível, interconectado. Os CEOs que incorporaram essa visão conquistaram benefícios para suas empresas e suas próprias carreiras. E o RH tem sido essencial para a quebra desse paradigma.
Todos os CEOs concordam que atrair, engajar e reter é um círculo virtuoso. Uma empresa que valoriza e mantém seus profissionais motivados não perde talentos para o mercado, forma um time de alta performance e constrói uma reputação que ajuda a atrair pessoas. Independentemente do tamanho, marca ou segmento.
As ações que levam a esse resultado, porém, precisam de um trabalho conjunto de todas as lideranças da companhia.
Como consequência, o RH é mais exigido do que no passado, mas também infinitamente mais importante dentro das estruturas organizacionais. Em um momento em que as pessoas conquistaram um status prioritário para as empresas, é fácil entender porque atrair, motivar e reter recursos humanos preocupam tanto os líderes de nossas empresas.
Fernando Mantovani
Boa Sorte!
http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/sua-carreira-sua-gestao/2014/11/12/o-rh-dos-sonhos-dos-ceos/

12/01/2015

4 conselhos para alavancar a carreira em 2015

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O ano de 2014  acabou e as metas para 2015 devem ser definidas.
Nas companhias, os profissionais começam a pensar no que fazer para alavancar a carreira e começar janeiro com o pé direito.
Para ajudar aqueles que ainda estão em dúvida sobre quais rumos tomar no próximo ano, a INFO conversou com o especialista em desenvolvimento de pessoas da Escola Cultman, Rogério Boeira, e com o sócio fundador da consultoria Hub Talent, Yuri Mansur, que respondem às principais dúvidas dos profissionais sobre esse assunto.
Confira:
Como pedir um aumento ou promoção de cargo
Uma das iniciativas mais comuns é querer começar um novo ano com um novo cargo ou um salário melhor.
No entanto, é preciso analisar alguns fatores antes de abordar o gestor com um desses objetivos.
“É preciso que o funcionário compreenda, em primeiro lugar, como funciona a política de remuneração da organização e conhecer sua real situação na empresa. Não se dá aumento real, superior à taxa de inflação ou promoção de cargo a alguém só por ele realizar bem suas tarefas”, afirma Rogério Boeira.
Outra recomendação de Boeira para que o profissional tenha certeza de que está pronto para uma promoção é analisar se ele realmente tem conseguido cumprir com suas responsabilidades com primazia.
“Depois disso, é fundamental que o profissional esteja preparado para assumir novas atribuições”, diz.
Ainda segundo o especialista, a melhor forma de abordar o chefe para pedir um reconhecimento é pedir a ele orientações sobre como é possível melhorar sua performance e resultados.
“É importante demonstrar que sua promoção ou aumento gerará lucros para a organização e não custos”, aconselha Boeira.
A hora certa de mudar de emprego
Segundo Yuri Mansur, não existe um momento certo para querer mudar de emprego. Para o especialista, é preciso aproveitar as oportunidades quando elas aparecem.
“Muitas empresas estão investindo em 'employer branding', uma aproximação entre as estratégias de marketing e RH para atrair, desenvolver e reter seus talentos. O profissional, do outro lado, deve fazer o mesmo: buscar empresas que tenham uma boa compatibilidade com ele”, afirma.
Desanimado com o trabalho?
A insatisfação no trabalho acaba levando muitos profissionais a desejarem um novo rumo no ano novo.
De acordo com Rogério Boeira, antes de conversar com um gestor a respeito do problema é preciso analisar se ele surgiu dentro do ambiente da empresa ou se é fruto das próprias limitações técnicas e emocionais do profissional.
“A partir dessa análise o profissional ele deve formular um meio de se reunir com seus superiores e trabalhar junto deles para encontrar soluções que melhorem a produtividade na empresa”, afirma.
Yuri Mansur também aconselha o funcionário a tentar buscar o que pode ser mudado dentro de seu trabalho para identificar o problema e melhorar seu desempenho.
“Os valores e a cultura de uma empresa, por exemplo, são fatores que o profissional não vai conseguir mudar”, diz Mansur.
Começando com o pé direito
Independentemente da resolução de ano novo definida por cada profissional, é preciso começar a agir logo para cumprir cada meta e colher os frutos mais tarde.
“O ambiente pós-festa é sempre mais moderado do que o de pré-festa, que é carregado de expectativas boas. Portanto, nada de ficar só no campo das ideias”, aconselha Rogério Boeira.
Boeira também alerta aos profissionais de que é preciso conhecer seus limites para ampliar responsabilidades e evoluir na carreira.
“Passe a separar um tempo do dia para escrever o que aprendeu naquela data e você notará o quanto pode ainda evoluir com uma postura mais aberta a adquirir conhecimento”, diz o especialista.
Yuri Mansur ainda afirma que participar de reuniões e eventos motivacionais que mostrem o plano de negócios e objetivos da companhia são atitudes essenciais para quem deseja estar sempre alinhado o setor onde trabalha.
“Meu conselho é que o profissional busque uma empresa ou um empreendimento onde ele acredite no negócio e possa fazer o que gosta. Com esses fatores alinhados, o resultado financeiro virá naturalmente”, afirma.
Boa Sorte!http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/4-conselhos-para-alavancar-a-carreira-em-2015

21/10/2014

Quando acreditar em você é suficiente para conquistar o mundo

Após a leitura do livro “Geração Y: Ser Potencial ou Ser Talento” do autor Sidnei Oliveira, ainda fiquei com esse título ecoando na minha cabeça por mais alguns dias. Cheguei a ponto de duvidar quem, na vida real, seria o interlocutor mais adequado para representar essa frase: as gerações mais velhas, incluindo chefes e pais, como uma forma de provocar o interesse do jovem pelo seu próprio desenvolvimento, ou justamente o jovem, como uma forma de auto cobrança, em função das expectativas externas e internas investidas nele?
No mercado de trabalho, a exigência pela qualificação técnica dos jovens está cada vez maior e mais apurada. Ter fluência em uma segunda língua, conhecimento no mínimo intermediário em uma terceira, vivência no exterior, faculdade de primeira linha, rapidez de raciocínio, atividades extracurriculares que demonstrem o dinamismo do candidato, e até em alguns casos, vivência em trabalhos voluntários. Isso tudo, de preferência, antes da primeira graduação.
Naturalmente, o ciclo de pessoas mais próximas desse jovem, que investiram e torceram durante todo esse período preparatório, começam a gerar expectativas sobre ele e estas tendem a aumentar a cada nova conquista. Sabendo ele disso, a expectativa interna também virá, inicialmente como fonte de motivação, mas que se mal gerenciada, pode se tornar um sentimento negativo de pressão, gerando a grande insegurança que muitos jovens diante desse contexto estão se deparando: a de ter aceitado o desafio de ser você.
No mais dramático dos dilemas você se pergunta “Como é que eu, jovem potencial, credibilizado por mim e por aqueles que acompanharam minha trajetória, consigo promover esta grande alavancagem profissional, de maneira a deixar de ser apenas Potencial e passar a ser um caso real de Talento, comprovado através de uma conquista que de fato marque minha carreira e que me deixe livre do peso de ter que viver apenas com base nos desejos e ambições que guardo na gaveta?”
Todo o mundo tem um talento. O que é raro é a coragem de seguir o talento para o lugar escuro onde ele leva.
Erica Jong
Em uma situação qualquer de conflito, aprendi que é preciso simplificar o conjunto de fatores problemáticos, separando as verdades inquestionáveis, entendidas como tudo aquilo que não temos como promover a mudança e que só temos como opção aceitar ou não compactuar, das verdades questionáveis, que ai sim vale à pena investir seus esforços. O que quero dizer com isso é que o mercado de trabalho vai ser sempre competitivo. Dessa forma, sempre haverá cobranças externas e, consequentemente, internas, pois quem não se cobra dificilmente consegue manter o foco e a disciplina para atingir um objetivo.
A questão é o quanto você acredita no poder das suas escolhas e na sua capacidade de transformação. Se você tem muito claro seu conceito de Ser Talento ou o que a palavra sucesso lhe representa, não importa qual o tamanho do seu sonho ou o que as outras pessoas acham a respeito. Agradeça pais, chefes e amigos pelo investimento e pela torcida, mas nunca duvide que no final das contas a decisão pelo seu futuro está unicamente em suas mãos.

http://www.minhacarreira.com/2012/09/10/quando-acreditar-em-voce-e-suficiente-para-conquistar-o-mundo/#sthash.URFvEbGU.dpuf

01/10/2014

Veja sete perguntas para se fazer antes de trocar de emprego

  • Pensar apenas no salário e nos benefícios ao mudar de emprego é um erro?
Tão ou mais importante do que um salário melhor e mais benefícios, na hora de avaliar uma proposta de trabalho é importante ponderar como a decisão de aceitá-la ou não vai repercutir na sua carreira. Mesmo que o novo ambiente profissional pareça mais interessante e promissor, alguns pontos devem ser bem pensados para que não haja arrependimento. Para ajudar a refletir sobre a decisão, veja questões que consultores de carreira elaboraram para você se fazer. 

1. Qual empresa me oferece maior chance de crescimento?

É fundamental obter informações sobre a cultura e a política de planos de carreira de ambas as empresas: a atual e a pretendida.  E se você estiver considerando o novo emprego como algo para longo prazo, também vale a pena checar todas as possibilidades de desenvolvimento profissional e pessoal. Exemplos: acesso a cursos, palestras, coaching, viagens etc. "Também é sempre bom saber se você poderá fazer uso dos seus talentos, afinal, esse é um dos fatores de maior motivação em qualquer área", diz Madalena Feliciano, diretora do Instituto Profissional de Coaching e diretora geral da consultoria Outliers Careers, ambos de São Paulo (SP).

2. Será que o novo emprego está alinhado com os meus valores pessoais?

Segundo Madalena Feliciano, um dos segredos de uma carreira promissora é acreditar naquilo que faz –e, para isso, você deve concordar com os valores passados pela empresa. "Às vezes, é necessário trabalhar em qualquer lugar por um curto prazo por razões econômicas, mas se essa não é uma opção temporária, certifique-se que há um alinhamento com seus valores pessoais. Uma incompatibilidade pode acabar com sua integridade pessoal, e nada compensa isso, independentemente da quantia do dinheiro", afirma a consultora.
Na opinião de Tali Alkalay Brenman, fundadora da Etz Coaching e Orientação de Carreira, de São Paulo (SP), esse é um dos pontos cruciais a se considerar em um momento de mudança. "Conheço muito profissionais que não fizeram essa investigação antes de entrar na empresa e depois de um tempo sentiram-se decepcionados. Por isso, nesse estágio da análise, sugiro buscar contatos e referências da empresa de interesse, pois só quem conhece bem o seu dia a dia pode trazer uma visão mais realista", afirma Tali.

3. Por que quero trocar de emprego?

Segundo Dirlene Costa, consultora de carreiras e negócios da empresa de consultoria High Performance, do Rio de Janeiro (RJ), poucos profissionais se perguntam qual o motivo real da troca de emprego –as razões nem sempre têm a ver com salário ou chefia. "Por não fazerem essa pergunta, muitos saem e depois se arrependem. Não porque a empresa escolhida é ruim, mas porque a insatisfação era com a própria pessoa", diz.
Por isso, antes de tomar uma decisão de troca, faça a si mesmo essa questão e a responda com sinceridade. Talvez você descubra que está apenas vivenciando um período de muito cansaço e estresse –e tirar férias para pensar melhor pode ser uma boa ideia. Ainda de acordo com Dirlene, nesse processo de autoanálise também é essencial questionar se o mesmo tipo de insatisfação já ocorreu em empregos anteriores.
"A insatisfação é um fator interno. Pessoas numa mesma empresa podem ter visões, percepções e sentimentos diferentes sobre ela. O mais importante é avaliar se há um padrão de repetição nessa insatisfação. Tudo aquilo que se repete torna-se um padrão. E, no caso, trocar de emprego não vai trazer felicidade e satisfação enquanto a pessoa não identificar, tratar e resolver o que a incomoda de fato", explica a consultora.

4. Já esgotei todas as possibilidades internas?

Para Rosa Perrella, consultora em gestão de pessoas, especialista em desenvolvimento de lideranças e equipes e professora da IBE-FGV (Institute Business Education – Fundação Getulio Vargas), não é nem um pouco recomendável pedir demissão sem verificar as alternativas dentro da própria organização.
"Às vezes, o profissional está apenas cansado das atividades desenvolvidas na função e se sente desmotivado. Aconselho tentar averiguar se existem outras oportunidades na empresa onde ele já está integrado e conhece bem hierarquia, missão e valores. Quem sabe há a chance de desenvolver um novo trabalho com mais eficácia a curto prazo?", sugere Rosa.

5. Qual o ganho da mudança?

Toda escolha tem perdas e danos e para tomar a melhor decisão faça uma lista dos ganhos em cada empresa, a atual e a que pretende ir. "Conheço casos de pessoas que avaliaram apenas o salário, mas não pesaram os benefícios ou o clima organizacional e depois se arrependeram. Coloque tudo na balança para tomar a melhor decisão, não só os ganhos financeiros. Pense no resultado da mudança no curto, médio e longo prazo", conta a consultora Dirlene Costa.
"Quando avaliamos todos os aspectos de qualquer processo de mudança temos uma oportunidade de visualizarmos com mais clareza os caminhos que virão pela frente. Escolhas nos remetem a abrir mão de algo, e aí está a perda que deve ser considerada", completa Tali, da Etz Coaching e Orientação de Carreira.

6. Minha qualidade de vida será sacrificada?

Lembre-se: sua vida não se resume apenas ao trabalho. Embora ocupe boa parte do seu tempo, ele não deve pautar sua existência. Para Regiane Machado Gomes, psicóloga e analista de recursos humanos de São Paulo (SP), ter valores e necessidades claros ajuda a identificar se você quer ou não abrir mão da qualidade de vida em prol de um novo emprego. "Alguns pontos que você deve pensar com cuidado são carga horária, necessidade ou não de horas extras e disponibilidade de tempo que terá para dar à família, aos amigos e a si mesmo", afirma.
"Quem vive com um parceiro e/ou tem filhos precisa considerar como o trabalho irá impactar a rotina deles também", orienta Madalena Feliciano. Assim, considere fatores como distância para chegar à empresa, tempo no transporte, pressão e prazos para execução de tarefas.

7. Onde quero chegar?

Qualquer profissional precisa estar ciente de onde quer chegar. "Na maioria das vezes, as pessoas mudam de emprego para resolver problemas momentâneos de relacionamento, horários ou salários, não para um desenvolvimento de carreira. O planejamento a longo prazo é fundamental para avaliações pessoais e objetivos de vida, até para que mais adiante seja possível medir as evoluções", fala Giovani Falcão, gestor de carreiras e projetos da empresa de recrutamento Top Quality, do Rio de Janeiro (RJ).
Para Tali Alkalay Brenman, da Etz Coaching e Orientação de Carreira, ao se perguntar quais são os objetivos profissionais, vale refletir e elencar o que você realmente considera importante na carreira, o que valoriza no ambiente profissional e quais são suas pretensões .

"Para algumas pessoas pode ser a oportunidade de gerir, para outras pode ser importante o crescimento rápido, e ainda há aqueles que vão valorizar a autonomia e a criatividade. Essas questões poderão mostrar aquilo que realmente importa no momento de mudança. Se você não conseguir enxergar em seu atual emprego as oportunidades de colocar em prática aquilo que você deseja, talvez seja o momento de buscar essas respostas em outro emprego", diz.

28/08/2014

Chegou aos 40 e quer mudar de carreira? Ainda dá tempo

O que faz com que essa fase seja mais reflexiva é o fato de que muitos, por mais que estejam satisfeitos financeiramente, ainda não estão se sentindo realizados


 Para muitos, a decisão de que carreira seguir deve ser tomada aos 20 e poucos anos. Porém, nem sempre a profissão escolhida agrada e as pessoas tendem a mudar de opinião e gostos ao longo do caminho.
Por isso, não é raro as pessoas que chegam as 40 anos, se veem infelizes com as suas escolhas e querem mudar de carreira, mas não sabem como. Segundo o coach de carreira, Maurício Sampaio, essa sensação tão forte que chega nessa etapa da vida, em grande parte da população entre 37 a 45 anos, é considerada normal pelos estudiosos no assunto.
“De acordo com alguns autores, é a fase chamada de estabelecimento e manutenção. Trata-se de um período em que as pessoas param para rever o que construíram até o exato momento, preocupam-se mais com seu autoconceito e analisam o que realmente querem para os próximos anos”, explica.
Ou seja, é praticamente um período de balanço, assim como se faz nas grandes empresas: parar, analisar, refletir e agir novamente. Busque separar o que valeu e não valeu a pena, aonde colocar mais esforços e tomar decisões estratégicas para viver com plenitude nos próximos anos.
“Para alguns profissionais, o que pesa foi o tempo fora de casa e longe da família, pois nessa idade se percebe que as horas diárias dedicadas ao trabalho superaram as horas de contato com os filhos. Com isso, muito acabam contraindo um sentimento forte de culpa”, afirma Sampaio.
Outro aspecto que faz com que essa fase seja mais reflexiva é porque muitos, por mais que estejam satisfeitos financeiramente, ainda acreditam que não estão se sentindo completos e realizados. É muito comum ver exemplo de profissionais bem sucedidos que acabam utilizando suas economias para causas beneficentes, apadrinhando ONGs e projetos sociais.
Vale lembrar que o mercado de trabalho mudou, as oportunidades mudaram, a tecnologia abriu portas para que as pessoas exponham seus talentos e habilidades. Além disso, o que não falta são opções para empreender.
A dica do coach para ajudar na escolha é a equação 70%/30%. “Ao decidir por qualquer atividade, tenha sempre em mente que 70% dessa nova ocupação deve lhe dar prazer, e 30% são os afazeres essenciais, que devem ser cumpridos para que os 70% funcione”.

Boa Sorte!

http://dinheiro.br.msn.com/chegou-aos-40-e-quer-mudar-de-carreira-ainda-d%C3%A1-tempo-1

13/08/2014

10 regras de ouro para escrever um texto com clareza

Suas habilidades de redação são postas à prova o tempo todo com emails, relatórios e outros documentos. Como garantir a clareza da escrita nossa de cada dia?


Ser íntimo - verdadeiramente íntimo - das palavras é privilégio dos grandes escritores. Mas você não precisa ser nenhum gênio da literatura para depender de alguma familiaridade com a língua no trabalho.
Afinal, currículos, relatórios, emails e inúmeros outros documentos escritos fazem parte da rotina de todo profissional. Obter o máximo de clareza nesses textos cotidianos é essencial para evitar mal-entendidos e até conflitos com colegas e chefes.
“Você sempre precisa se colocar no lugar do seu leitor”, recomenda Reinaldo Passadori, especialista em comunicação verbal. Isso significa revisar seus textos “esquecendo” que você sabe do que tratam.
De acordo com Passadori, essa é a melhor maneira de perceber frases ambíguas, passagens confusas ou referências incompreensíveis para quem tem contato com a sua redação pela primeira vez.
Para ganhar agilidade nessa revisão, a recomendação é praticá-la o máximo possível. “É preciso cultivar o bom hábito de escrever muito, sempre”, diz Diogo Arrais, professor de língua portuguesa do Damásio Educacional.
A tarefa pode parecer difícil, mas não é. Com a ajuda dos dois especialistas, EXAME.com compilou 10 conselhos básicos para aperfeiçoar a escrita do cotidiano:
1. Saiba do que está falando
Antes de tudo, você precisa conhecer muito bem o tema, o propósito e o objetivo do seu texto. Tal etapa precede o início da redação. “Para que você escreve? Busca informar, motivar, persuadir? Você precisa dessas respostas para começar”, diz Passadori.
2. Use frases curtas
Dar rodeios ou escrever sentenças muito longas pode confundir o seu leitor. Prefira orações breves e simples. “A concisão é a maior aliada da clareza”, diz Passadori.
3. Cuide da pontuação
Um texto mal pontuado tem muitas chances de conter ambiguidades. Sinais gráficos como vírgulas e pontos finais não são decorativos: servem para organizar e, sobretudo, dar sentido à sua mensagem.
4. Prefira a ordem direta
Em nome da clareza, é recomendável construir frases com sujeito, verbo e complemento, nessa sequência. “Escolha sempre a forma mais simples possível de expressar a sua ideia”, diz Arrais.
5. Torne suas ideias palpáveis
Passadori recomenda o uso de metáforas para explicar conceitos abstratos. “Comparações com elementos concretos tornam o seu texto mais compreensível e didático”, explica.
6. Evite abreviaturas e siglas obscuras
Também se recomenda cuidado com formas reduzidas de palavras e expressões. “Na correria do dia a dia, podemos escrever abreviaturas e siglas que não são conhecidas por todos”, explica Arrais. A dica é verificar em dicionários aquelas que são de uso comum na língua portuguesa.
7. Procure não repetir ideias
Arrais recomenda atenção especial às possíveis redundâncias da sua comunicação. “Os pleonasmos viciosos são uma praga da escrita, e podem comprometer muito o sentido de um texto”, alerta o professor.
8. Deixe as emoções de fora
O estresse rotineiro do expediente muitas vezes pode contaminar a expressão escrita, gerando textos confusos e truncados. “É importante buscar serenidade e equilíbrio emocional na hora de concatenar ideias no papel”, aconselha Passadori.
9. Saiba o verdadeiro significado das palavras
Usar palavras difíceis - sobretudo aquelas cujo significado nem você conhece - é outro convite ao mal-entendido. O remédio é a leitura frequente. “Além de literatura em geral, buscar obras ligadas à sua área profissional contribui com vocabulário técnico”, aconselha Arrais.
10. Conheça o seu público-alvo
O que é claro para alguns pode não ser para outros, segundo Passadori. O nível de familiaridade do seu leitor com o tema do seu texto, por exemplo, determinará se ele pode ou não conter certas alusões, termos técnicos, entre outros elementos.
Boa Sorte!
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/10-regras-de-ouro-para-escrever-um-texto-claro

05/08/2014

Qual o momento certo para cursar um MBA?

Em busca de uma promoção ou de uma especialização para melhorar o currículo, muitos profissionais optam por tirar um certificado de MBA


Mulher estudando em sala de aula


Em busca de uma promoção ou de uma especialização para melhorar o currículo, muitos profissionais optam por tirar um certificado de MBA.
No entanto, antes de procurar uma instituição para fazer isso, é preciso analisar se esta é realmente a melhor solução para alavancar sua carreira no momento.
Para esclarecer algumas das principais dúvidas dos profissionais sobre o assunto, conversamos com o coordenador de MBA e Gestão Comercial e Vendas da PUC Rio, Jorge Duro.
Em seu livro, chamado “Mitos Corporativos – o que os MBAs não ensinam”, ele desmistifica alguns conceitos reproduzidos sobre MBAs e fala sobre algumas habilidades que podem ser tão valiosas quanto esse certificado.
Como você teve a ideia de escrever um livro sobre este assunto?
Jorge Duro - Ao longo da minha vida profissional de mais de 20 anos, tenho observado que apesar dos MBAs agregarem valor à carreira dos alunos, faltava desenvolvimento de competências fundamentais para dar continuidade à carreira de executivos, principalmente para que eles disputem posições de topo nas organizações.
Então, o livro trata de histórias que eu vivenciei profissionalmente nas consultorias onde trabalho.
O MBA é muito importante no inicio da carreira de gestão, mas as pessoas que vão assumir a diretoria ou presidência de uma empresa vão ter que ter outras competências que normalmente os MBAs não ensinam.
Quais são os mitos mais comuns sobre os MBAs?
Jorge Duro - Existe um mito central que é de que o aluno que concluiu um MBA está pronto para assumir uma função de chefia ao concluir o curso, e de que o conhecimento técnico adquirido no programa será suficiente para o resto de sua carreira.
Isso não é verdade. Muitas vezes a pessoa acredita que o cargo é que dá poder a ela.
E de certa maneira o cargo oferece um poder ligado à hierarquia daquela empresa, porém ela precisa desenvolver habilidades de liderança.
Na pratica, à medida que uma cresce na carreira, suas competências técnicas vão migrando para competências politicas.
Ela vai ter que saber lidar muito com pessoas. Pois o seu resultado depende da forma como ela gerencia sua equipe. Então é preciso saber se pronunciar.
O que o profissional precisa saber antes de tirar essa certificação?
Jorge Duro - O profissional que irá cursar um MBA deve ser graduado. Além disso, ele precisa saber que o propósito do MBA é formar gestores, e que entre suas atribuições ele deverá saber delegar, comandar, liderar, negociar, administrar conflitos e se comunicar.
Qual o melhor momento para começar um MBA?
Jorge Duro - Geralmente, uma pessoa procura o MBA quando ela está para assumir um cargo de chefia e tem uma bagagem de experiência muito técnica.
Então, ela procura a certificação para desenvolver as habilidades de um gestor.
Em outras situações, o profissional que não teve oportunidade de aprender os princípios de gestão em uma graduação procura o curso para ingressar em uma grande organização ou até mesmo montar seu próprio empreendimento.
Que outra forma além do MBA o profissional pode usar para crescer na carreira?
Jorge Duro - O profissional que deseja crescer em uma organização deve estar sempre desenvolvendo suas habilidades para se comunicar, relacionar e influenciar pessoas.
Ele também precisa desenvolver competências para administrar conflitos, negociar e projetar situações no trabalho.
Boa Sorte!
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/qual-o-momento-certo-para-cursar-um-mba

03/07/2014

35 hábitos para se tornar uma pessoa mais produtiva

Infográfico de como ser produtivo feito por Anna Vital
Muitas pessoas argumentam que precisam de dias com mais de 30 horas para que consigam terminar todos os seus afazeres. No entanto, o verdadeiro segredo está em como ter mais produtividade por meio do melhor aproveitamento de seu tempo.
A fundadora da startup Funders and Founders, Anna Vital, sabe bem o que é precisar de mais tempo para realizar suas atividades.
Por isso, depois de morar em 7 países diferentes, passar 3 meses em um vilarejo e depois se mudar para uma grande cidade a trabalho em apenas um ano, ela criou um infográfico sobre suas experiências para conseguir ter mais produtividade no dia a dia.
O infográfico traz 35 hábitos que podem ser tomados em diversos aspectos do dia, e vão desde a escolha de roupas até o controle sobre sua alimentação, atividades físicas e uso da tecnologia.
Para não perder mais tempo, confira esta lista e comece imediatamente sua rotina produtiva para o trabalho.
Mente
1. Regra do 80/20: preste atenção à regra do 80/20, ou seja, quais são os 20% de trabalho que renderão 80% de resultados?
2. Foque nas coisas importantes, e suprima as urgências
3. Decida qual será o resultado antes mesmo de começar
4. Faça um caderno para anotar ideias geniais que você tem e com as quais não pode trabalhar no momento
5. Elimine questões triviais para evitar o desperdício de seu tempo, como na escolha das roupas que vai usar
6. Aprenda a ignorar. Não é preciso ter uma resposta para tudo
7. Não perca tempo: faça um mau rascunho. Afinal, você não vai poder editar uma página em branco
8. Trate seu tempo como se ele fosse dinheiro

Alimentação
9. Crie uma rotina alimentar
10. Coma alimentos saudáveis
11. Receba a comida por delivery para economizar tempo
12. Faça um acordo com a cafeteria que frequenta diariamente

Agenda
13. Faça as coisas mais fáceis primeiro
14. Priorize apenas uma coisa por dia
15. Defina uma rotina diária para se organizar melhor
16. Evite fazer reuniões quando elas não forem sobre algum assunto realmente decisivo
17. Melhor feito do que perfeito

Corpo
18. Controle a ansiedade. Uma boa forma de fazer isso é praticando alguma atividade física, como corrida, dança ou natação
19. Não se prenda a poucas horas de sono. Dormir mais pode fazer com que você produza mais no dia seguinte
20. Tire pequenos cochilos quando sua energia estiver muito baixa

Truques
21. Visualize o produto final
22. Quem veio primeiro: o ovo ou a galinha? Evite a questão ovo-galinha e comece a tarefa antes mesmo de se sentir preparado
23. Assuma que você está com a razão quando estiver em dúvida. Decisivo é produtivo
24. Quando estiver com a mente muito bloqueada, crie um mapa mental com suas ideias
25. Se você não pode escrever algo, grave-o
26. Quando ler algo que lhe foi útil, escreva para o autor

Roupas
27. Defina uma espécie de uniforme para ir trabalhar, e use-o diariamente
28. Use tecidos inteligentes, para não perder tempo passando camisas
29. Carregue uma roupa que possa ser usada em várias ocasiões
30. Doe ou descarte as roupas que você já deixou de usar

Tecnologia
31. Limite as respostas de e-mail para apenas uma mensagem por minuto
32. Se você não consegue entender sobre o que um e-mail se trata, não responda
33. Desligue-se das notícias. Poucas coisas importantes acontecerão durante o dia
34. Não atenda a chamadas a não ser em casos de emergência (e emergências são raras)
35. Use atalhos de teclado para economizar tempo ao usar o PC
Boa sorte!!
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/35-habitos-para-se-tornar-uma-pessoa-mais-produtiva