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11/12/2014

Trocar muito de emprego pode sabotar o futuro da geração Y?

Ficar por muito tempo num mesmo emprego não parece ser um ideal de carreira da geração Y.
A constatação é de uma pesquisa da consultoria Future Workplace com mais de mil profissionais nos Estados Unidos, segundo a qual 91% desses jovens não pretendem passar mais de três anos numa mesma empresa.
O problema é que todo esse “pula-pula” pode atrapalhar os planos de carreira de alguns, alerta Silvio Celestino, sócio da Alliance Coaching.
Para ele, quem está sempre transitando entre vagas tem mais dificuldades para conquistar os empregadores - e, consequentemente, ser alçado a cargos de confiança.

A tese do consultor tem o respaldo de uma pesquisa da Harvard Business Review (HBR) com os presidentes das 500 maiores empresas dos Estados Unidos, listadas pela Forbes.
O estudo identificou uma constante na carreira dos executivos que chegaram ao topo: tempo de casa. Para chegar ao comando, o tempo médio passado com o mesmo empregador foi de 15 anos entre os homens, e 23 entre as mulheres.
Para José Augusto Figueiredo, presidente da consultoria LHH/DBM, os números refletem uma realidade fácil de compreender. As empresas procuram líderes que inspiram confiança e estabilidade, uma imagem difícil de associar a quem muda de emprego frequentemente.
Jovens que sonham em virar CEOs devem então se preocupar? Figueiredo assegura que não. “Todo mundo gosta de experimentar no começo da carreira, mas essa fase acaba passando com o amadurecimento”, diz.
Ainda assim, ele aconselha que os novos ingressantes no mercado busquem encontrar logo um lugar para se estabelecer. “É bom procurar uma empresa com a qual você se identifique, porque isso fará com que você fique, e naturalmente acabe crescendo”, explica Figueiredo
ContrapontoAlexandre Rangel, sócio da Alliance Coaching, não acredita que o tempo de casa tenha o mesmo valor para os empregadores quanto antigamente. "O mundo e a cultura das empresas mudaram muito", afirma.
Segundo ele, os CEOs ouvidos pelo estudo da HBR pertencem a uma geração anterior, que costumava interpretar o “pula-pula” como sinal de descompromisso. “Hoje essa noção foi relativizada e, até certo ponto, invertida: quem fica tempo demais no mesmo lugar é que pode ser mal visto, parecer acomodado”, afirma.
Ainda assim, ele acredita que períodos curtos demais em cada empresa não deixam de ter efeitos nocivos para um currículo. “O jovem precisa concluir seus ciclos e projetos, para levar algo de sólido de cada experiência”, diz.
De qualquer forma, Rangel defende que o tempo de permanência não será mais tão decisivo para chegar a altos cargos executivos. Engajamento e comprometimento com resultados, na visão do consultor, pesam muito mais. "A geração Y pode respirar aliviada", assegura.
Boa Sorte!
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/trocar-muito-de-emprego-pode-sabotar-o-futuro-da-geracao-y

21/05/2014

Forbes indica comportamentos profissionais para melhorar a carreira




A convivência no ambiente de trabalho requer algumas regras e jogo de cintura para lidar com algumas situações inusitadas, seja com chefes ou colegas de trabalho. Saber quais são os limites, como se comportar e até que ponto a convivência é a ideal são apenas algumas das dúvidas muito freqüentes no mundo dos negócios. Pensando nisso, a consultora de imagem Ana Vaz explica as dicas traçadas pela Forbes Brasil e orienta sobre as atitudes.


‘Num mundo onde aparelhos eletrônicos e acessórios pessoais estão cada vez mais adaptados e presentes, as relações interpessoais se tornam ainda mais desafiadoras’, comenta Ana Vaz. Dessa forma, algumas pessoas confundem a liberdade do ambiente social e transmitem uma imagem negativa.



A consultora dá 10 dicas:



1 Bata antes de entrar: Educação e bom senso são pontos principais para uma boa convivência, Ana Vaz explica, “A falta de limite físico ou a diminuição dele nos deixou mais livres, mas com a liberdade, ganhamos a casualidade, que num piscar de olhos, pode se transforma em falta de educação. Não somos todos amigos e não somos uma só pessoa ou família. Somos indivíduos e precisamos do nosso espaço. Ajude-se e ajude ao outro a respeitar estes limites”.



2 Ligue ou mande email antes de procurar alguém: A comunicação é essencial para a organização de todos os profissionais, aparecer ou ligar de surpresa pode ser inconveniente. “No caso de assuntos mais longos, vale sempre ligar, enviar e-mail ou SMS (sim, ele também é válido!) perguntando sobre o melhor horário. Agendar ainda está em alta!”, completa a consultora Ana Vaz.



3. Não deixe recado de voz se você sabe que não é uma boa hora: “Além disso, não envie SMS, ou mensagem pelo whatsapp. Por mais que os limites entre vida pessoal e profissional estejam tênues, essas formas de comunicação, neste momento, podem ser lidas como invasão de privacidade. É para isso que o e-mail existe hoje em dia, menos instantâneo, ele fica guardadinho em sua caixa!”, brinca a consultora.



4. Não faça cobranças no fim de semana: Assim como no tópico acima tal atitude pode ser considerada como uma invasão de privacidade, “principalmente se você for chefe!”, enfatiza a especialista.



5. Se o seu chefe mandar e-mail no fim de semana, você tem 24 horas para responder: Existemmomentos para tudo, saiba diferenciar comprometimento de abuso. Ana Vaz simplifica, “Eu diria que é cruel, mas é verdade. Demore no máximo até segunda pela manhã”.



6. Não cheque e-mails em áreas sociais: Não se feche para o mundo, saiba ponderar e use o e-mail nas horas adequadas, interagindo com a presença de seus colegas. “Esse mergulho num mundo paralelo, num momento em que você está entre colegas (amigos, família) pode comunicar desejo de isolamento e descaso com o tempo e/ou a presença do outro. Controle-se e sinta-se mais entrosado”, aconselha Ana Vaz.



7. Não use fones de ouvido em áreas sociais: “Nem óculos escuros. Ambos indicam uma desconexão com o local e com quem está ao seu redor. São barreiras que indicam seu desejo de distância do outro. Por mais que ele seja real e humano, na empresa você precisa ser sociável – e viver em sociedade significa renunciar a muitos de nossos instintos irracionais”, explica.



8. Não coma o lanche do colega: “ou as ideias dele! Na verdade, não se aproprie do que é do outro. Essa é a receita certa para se indispor com a turma do escritório e mais do que isso, ganhar uma reputação que beira a falta de decência”, ressalta Ana Vaz.



9. Vista-se apropriadamente: Com muita experiência profissional no assunto, a especialista em imagem pessoal comenta que poderia escrever uma coluna somente para explicar detalhes sobre como utilizar essa arma tão poderosa que é apresentação pessoal. Mas deixa uma dica, “comunicação é algo importante demais para você pensar que é só vaidade. Sua imagem é sua embalagem. Se você é publicitário, pareça publicitário, se é diretor de finanças, pareça com um. E mostre que você entende a sua empresa, parecendo-se com ela também”.



10. Use humor para corrigir uma gafe: Em certas ocasiões é a melhor saída. Ana Vaz conclui, “eu adoro essa ideia! Ela traz leveza e mostra que você consegue rir de si mesmo, se perdoar, e por consequência, até perdoar o outro”.


“Sugestões construtivas como essas, podem impulsionar uma carreira profissional e, até mesmo, garantir aquela vaga dos sonhos no mercado de trabalho. Além de conseguir a vaga, conquiste a confiança e a boa relação dos colegas de trabalho. Nada como ser profissional, agradável e não ultrapassar os limites do comportamento corporativo”, finaliza Ana Vaz.

Boa Sorte!

http://www.profissionalenegocios.com.br/materias/materia.asp?cod_materia=757



23/01/2014

11 comportamentos essenciais para ser mais resiliente

Há algum tempo, a palavra resiliência deixou o campo da Física e ganhou importância como atributo pessoal em processos de seleção e de avaliação de profissionais.
Usado para identificar aquelas pessoas que conseguem superar dificuldades e desafios e se fortalecerem partir destas situações adversas, o conceito de resiliência sempre esteve ligado à capacidade de flexibilidade de objetos e materiais que voltam ao estado natural após sofrerem pressão, como é o caso de uma mola, por exemplo.
A importância da resiliência para carreira é grande. “No fim do dia, quem cresce na empresa, além de ter competência, é quem, de fato, é resiliente”, diz Yuri Keiserman, diretor executivo da Vetor Editora, que comercializa a EPR (Escala dos Pilares da Resiliência), teste organizacional que avalia o potencial de resiliência de profissionais.
Para ele, os altos níveis de cobrança por resultados e a competitividade presente nas organizações justificam a necessidade de pessoas resilientes. “A gente leva muita pancada. Vivemos situações que poderiam nos frustrar todos os dias”, diz o executivo.
O teste, elaborado pelas especialistas Tábata Cardoso e Maria do Carmo Fernandes Martins, tem como base uma escala de fatores - chamados de pilares - que contribuem para um comportamento potencialmente mais resiliente. Por ser uma qualidade que depende de fatores também externos, como educação, família e vivência, o teste não indica se o profissional é ou não resiliente mas mostra a força das estruturas internas que apoiam este tipo de atitude. Confira quais são os pilares comportamentais em jogo na resiliência:
1 Encarar mudanças e dificuldades como oportunidades
É o que o teste EPR identifica como aceitação positiva de mudança, explica Rodrigo Fonseca, gerente corporativo da Vetor. “É aceitar que a mudança é uma oportunidade de crescimento, ter a visão de que as adversidades enfrentadas trazem essa possibilidade”, diz Fonseca.
2 Autoconfiança
É um comportamento relacionado à segurança que o profissional tem para encarar as diversas situações que se apresentam. “É a pessoa se sentir confiante para enfrentar desafios”, explica Fonseca.
3 Autoeficácia
Refere-se à percepção que a pessoa tem da sua própria capacidade. “É acreditar na competência, se sentir capaz”, explica Fonseca. Muitas vezes a pessoa pode até não ter potencial alto de inteligência, mas se tiver autoeficácia, diz Fonseca, vai se esforçar além do normal o que acabará compensando eventuais deficiências.
4 Bom Humor
Neste contexto é analisada a capacidade que a pessoa tem de usar o bom humor para lidar com momentos de stress. “As pessoas que tem bom humor se esforçam para tornar o ambiente mais leve em situações difíceis”, diz Fonseca.
5 Controle emocional
Ataques de ira não são próprios das pessoas flexíveis. “Uma reação desproporcional mostra uma falta de resiliência”, diz Yuri Keiserman.
O controle emocional permite ao profissional agir com mais calma e a não perder o foco. “Quem tem autocontrole consegue expressar adequadamente sua emoções o que permite enfrentar melhor situações difíceis”, diz Fonseca.
6 Empatia
Manter um comportamento resiliente pede uma boa dose de empatia. Saber se colocar no lugar do outro é essencial para minimizar e solucionar conflitos, segundo os especialistas. “No ambiente de trabalho, as relações podem ficar desgastadas porque são intensas e frequentes, por isso a importância da empatia é extrema”, diz Keiserman.
7 Independência
É um conceito bastante próximo da autonomia, de acordo com Fonseca. Pessoas independentes não se isolam mas também não são dependentes dos outros para desenvolver suas tarefas, atividades e projetos. “É não ter o receio de travar, de empacar”, diz Keiserman.
8 Otimismo
O nome técnico deste comportamento na EPR é orientação positiva para o futuro. Ou seja, as pessoas com esta característica têm esperança no que está por vir em suas vidas. “Mas não significa que não se preocupem com o futuro”, afirma Fonseca.
9 Reflexão
Ter a capacidade de analisar e refletir quando o mundo esta desabando ao seu redor é um dos pilares que apoiam uma pessoa de atitude resiliente, de acordo com Fonseca. Geralmente pessoas assim conseguem encontrar as melhores soluções para os problemas.
10 Sociabilidade
Está ligada ao bom relacionamento interpessoal. Quem tem esta característica consegue criar vínculos com as outras pessoas. Quem desenvolve a sociabilidade apoia a equipe e é apoiado por ela, explica Fonseca.
11 Valores positivos
Pessoas que seguem seus valores e princípios acabam sendo mais resilientes, de acordo com Fonseca. Segundo ele, não se trata de qual valor a pessoa tem e, sim, da importância que ela dá a eles. “Cada um tem seus próprios valores, ter essa orientação é que é muito importante”, explica Fonseca.
Boa Sorte!

17/07/2013

Mercado de trabalho: Você sabia que as habilidades de relacionamento interpessoal podem pesar mais do que as qualidades técnicas?



Quando o assunto é contratação, muitos profissionais costumam se deparar com a seguinte dúvida: existe um perfil mais desejado pelos recrutadores? A resposta, obviamente não é tão simples, já que cada cargo e empresa possuem características distintas. Porém, cada vez mais, as corporações têm percebido a necessidade de contar com colaboradores que, além dos atributos básicos de formação acadêmica, também possuam bons traços comportamentais.
Para se ter ideia, em pesquisa da Robert Half que questionou o que diferencia um colaborador de alto desempenho dos demais, a maioria dos diretores de recursos humanos apontou que o potencial de desenvolvimento aliado ao comportamento interpessoal tem mais peso na hora de uma contratação do que a habilidade técnica. Vale ressaltar que esses dados não diminuem a importância do investimento em qualificação técnica e acadêmica, mas revelam que o mercado atual busca mais ao contratar um novo funcionário.
Para os profissionais em busca de recolocação ou mesmo os já contratados, minha dica é: continuem investindo em competências técnicas, já que elas são fundamentais para todos os que desejam se manter atualizados no mercado. Mas não se esqueçam, também, de desenvolver suas qualidades comportamentais. A comunicação clara, a proatividade, o bom relacionamento com equipe interna, clientes e fornecedores, além da capacidade de tomar decisões eficientes e imediatas são atributos que nenhum diploma consegue garantir. 
Pense nisso.

10/07/2013

4 mitos que podem levar chefes de 1ª viagem ao fracasso

Reaprender a pensar, sentir e avaliar de acordo com as novas responsabilidades. Estas são as transformações que o profissional terá que promover assim que receber a primeira promoção que o coloque em um cargo de chefia. É o que registra o  livro Primeira Gestão: uma transição de impacto, produzido pelo LAB SSJ, parte da coleção Pocket Learning.
Para quem pensa que a competência técnica que o levou a se destacar na organização basta, fica o alerta: segundo pesquisas, 60% dos novos chefes falham nos dois primeiros anos na posição. E este índice de fracasso está relacionado, muitas vezes, a expectativas baseadas em mitos que enganam muitos profissionais.
Vale lembrar que apenas 14,5% dos chefes tiveram algum treinamento formal antes de assumir sua primeira gestão, segundo pesquisa com 4 mil profissionais atuantes em grandes empresas dos diversos setores da indústria conduzida pelo LAB SSJ Clave e Etalent.
“Novos gestores podem até reconhecer essa transição intelectualmente, mas raramente compreendem, de fato, suas responsabilidades ao assumir o novo papel”, diz Alexandre Santille, CEO do LAB SSJ.Confira quais os mitos que atrapalham, sobretudo, os chefes de primeira viagem, de acordo com a equipe do LAB SSJ.
1 Gestores têm autoridade e liberdade significativas para fazer com que as coisas aconteçam
Muita gente tem essa ilusão: “quando eu for chefe terei autonomia absoluta para fazer as coisas do meu jeito e atingir resultados, afinal a empresa vai me conceder autoridade”. Errado. 
Assim que você sentar na cadeira de chefe vai perceber que você está vinculado a uma rede de pessoas que vai cobrá-lo de modo mais intenso. Ou seja, terá que se reportar a um novo chefe e será cobrado por ele.
2 O poder dos gestores vem de sua posição formal na empresa
O tão sonhado “poder” não é fruto do seu novo cargo, como muitos profissionais imaginam. Não se iluda. Achar que seus subordinados vão se submeter a você num passe de mágica é um mito. Conforme explica a equipe do LAB SSJ,  “o poder vem da capacidade de influenciar e estabelecer credibilidade com subordinados, pares e  superiores”. Uma atuação ética, justa e baseada na credibilidade é o que vai aumentar a sua capacidade de influência e, consequentemente, o seu poder dentro da organização. Lembre-se: a integridade é uma forma de influência, conforme explica a coach Silvana Mello, da consultoria LHH|DBM. 
3 Gestores têm que controlar seus subordinados diretos
Impor regras para subordinados obedecerem, no velho estilo “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. O controle absoluto é um mito que atrapalha muitos chefes de primeira viagem e também aqueles mais experientes, mas com uma visão atrasada do que é liderar uma equipe.
Na realidade, controle não significa compromisso e os colaboradores nem sempre seguirão regras. Entender que a gestão é menos sobre autoridade e controle e mais sobre confiança e colaboração é um dos primeiros passos, de acordo com a equipe do LAB SSJ.
4 Gestores lideram sua equipe construindo relações com cada indivíduo
Há uma grande tendência em considerar as relações com os indivíduos separadamente. No entanto a equipe do LAB SSJ destaca que é essencial entender que ações direcionadas a um membro da equipe influenciam os demais, afetando a moral e também o desempenho do grupo. 
Além disso, a equipe do LAB SSJ destaca que os gestores “precisam entender o impacto que causam na equipe e que criar interdependência no grupo será essencial para obter resultados por meio dos outros”.

27/06/2013

Sete erros não-verbais para evitar em entrevistas de emprego

Aperto de mão frouxo ou forte demais, pigarrear excessivamente e gesticular demais: saiba como não prejudicar sua imagem diante do recrutador

Gesticular demais durante a entrevista pode prejudicar a imagem do profissional diante do recrutador
Foto: Reprodução da internet


1. Aperto de mão estranho: Um aperto de mão frouxo pode indicar insegurança, enquanto um aperto de mão muito forte pode indicar arrogância. Um aperto de mão muito longo pode passar a impressão ao recrutador de que o candidato está se esforçando demais para impressionar — e que você pode acabar “alongando” também suas realizações, conhecimentos e experiências.
2. Contato visual: (em excesso ou quase nenhum). Pouco contato visual pode sugerir que o candidato não está realmente interessado na vaga. Por outro lado, contato visual em excesso pode intimidar o entrevistador e acabar levando a conversa para outros rumos.
3. Gestos sem controle: Isso inclui balançar a perna, bater o pé, apertar o botão da caneta insistentemente, ou gesticular demais com braços enquanto fala — tudo isso tira a atenção do recrutador no candidato. O NWJobs cita o exemplo de uma candidata que gesticulava demais com os braços enquanto falava, acabou derrubando duas xícaras de café, e a entrevistou foi ladeira abaixo...
4. Pigarro constante: Embora alguns considerem o pigarro como comunicação verbal, é um hábito nervoso que faz com que seja quase impossível que o entrevistador preste atenção ao que o candidato está dizendo. Segundo Lisa Quast, uma das experiências mais estressantes pelas quais ela já passou foi quando entrevistou um profissional que limpava a garganta a todo instante enquanto falava.
5. Falta de expressão facial: Se o candidato não sorrir ou demonstrar qualquer tipo de emoção em seu rosto, pode passar a impressão de que não é muito motivado ou interessado.
6. Postura ruim: Inclinar-se para trás ou cruzar braços e pernas podem demonstrar que o candidato não está interessado na discussão, ou ainda parecer arrogante ou confiante demais.
7. Traje inapropriado: A roupa também revela muito sobre um candidato e pode causar impacto negativo se for incompatível com o cargo pretendido. Lisa conta que uma vez entrevistou uma candidato a uma vaga de gerente de marketing em uma empresa tradicional do ramo de saúde que apareceu vestido como John Travolta no filme “Embalos de sábado à noite”: camisa desabotoada, peito aparecendo e vários colares que não condiziam com a vaga, com a empresa, nem com a indústria em que ele pretendia atuar


Boa Sorte!

http://oglobo.globo.com

26/06/2013

Para mostrar serviço, fominhas atropelam colegas; saiba como lidar

Ser pró-ativo é pré-requisito essencial para conquistar uma carreira de sucesso nos dias de hoje, seja qual for a área escolhida. Algumas pessoas, porém, na ânsia de mostrar serviço e provar que são competentes, acabam atropelando os outros --às vezes, até o próprio chefe--, provocando situações incômodas na equipe e na empresa. Alguns exemplos? Se intrometer nas funções alheias, querer avidamente se destacar em uma reunião, comandar um projeto sem ser solicitado, assumir alguma tarefa do superior.  
Até certo ponto, esse modo de agir pode ajudar na profissão, pois mostra um lado empreendedor, vontade de crescer e até oferece resultados à corporação. No entanto, o funcionário fominha costuma gerar antipatia entre os colegas, que não conseguem se sobressair ou, na pior das hipóteses, se sentem pisados.
Como não há carreira que sobreviva sem que a pessoa saiba conduzir seus relacionamentos interpessoais, esse comportamento precisa ser atenuado. Além disso, há uma linha tênue que separa a pró-atividade exacerbada da ganância, da falta de profissionalismo e, muitas vezes, até da falta de ética.
O fominha causa antipatia entre os colegas, que não conseguem se sobressair ou se sentem pisados

Tipos de fominhas

De acordo com a psicóloga Fernanda Marques, diretora da Clínica Ability – Intervenção Comportamental, há diferentes tipos de fominhas.
Há aqueles que se acham muito competentes e querem sair na frente. "Para atingir seus objetivos, eles nem sempre são leais aos colegas. É aquele que tenta ficar de olho no que está acontecendo e, às vezes, se apropria das ideias alheias", diz Fernanda.
Há também os autossuficientes, que pensam que se bastam e, por isso, não trocam ideias com os outros, impedindo o companheirismo na equipe. Já os ansiosos podem até ser eficientes, mas ignoram hierarquia. 
Segundo a psicóloga Triana Portal, os fominhas costumam ter problemas emocionais relacionados à insegurança e autoestima e apresentam dificuldade de lidar com frustrações.
"O que demonstra ser super seguro pode, no fundo, usar de um mecanismo de defesa contra sua própria fragilidade. O autossuficiente costuma ter uma arrogância inerente, acha que ninguém é tão bom quanto ele. E o ansioso sofre por querer agradar o tempo todo, é carente, precisa de aplausos, reconhecimento", afirma.

Sem ingenuidade

Os fominhas não são ingênuos. Eles sabem que, com suas ações desenfreadas, acabam passando por cima dos demais, mas vêem essa estratégia como uma qualidade, algo que lhes trará benefício.
De acordo com Mauricio Libreti de Almeida, professor do curso de Gestão de Recursos Humanos da Umesp (Universidade Metodista de São Paulo), é comum que eles justifiquem seus atos colocando defeitos nos outros. "Eles costumam achar que os colegas são ultrapassados, lentos e burocráticos", diz.
De fato, há pessoas que podem simplesmente ter maior facilidade para desempenhar suas funções de modo mais ágil que os demais, e a tarefa é sempre concluída com sucesso. Segundo Cristiane Moraes Pertusi, doutora em Psicologia do Desenvolvimento Humano pela USP (Universidade de São Paulo), esses são os trabalhadores que acabam ganhando visibilidade e reconhecimento, mas que, equivocadamente, podem parecer que querem se destacar propositadamente diante de chefes e colegas.

Como driblar os fominhas

Quando o fominha passa a invadir demais o espaço alheio, é essencial fazê-lo enxergar que a maneira como ele age não é de todo incorreta, mas não beneficia o grupo. "Ele deve saber que você tem consciência de tudo e que está ali para se defender", afirma Triana.
Cabe ao chefe direto definir e impor limites claros para caracterizar a hierarquia dentro da empresa, salientando o que é permitido e o que não é permitido. "A hierarquia que envolve responsabilidades e funções deve ser respeitada e seguida, garantindo sempre o bom relacionamento entre as pessoas no ambiente de trabalho", diz a psicóloga Fernanda Marques. 
E os superiores precisam ficar atentos para não reforçar ainda mais a sede de sucesso de um funcionário, tomando o cuidado de não estimular excessivamente a competitividade.
"Entender o trabalho de quem está abaixo e acima de você é extremamente importante para poder ter atitude sem parecer fominha e com muito mais propriedade. O modelo pró-ativo ideal junta tudo isso a uma excelente capacidade de ter bons relacionamentos interpessoais dentro da empresa", diz Maurício Almeida, da Umesp.

25/06/2013

6 regras que as pessoas de sucesso não quebram

Alguns aspectos são comuns às pessoas bem sucedidas, dizem os especialistas. Seja qual área de trabalho for, é possível encontrar certo padrão de atitude que impulsiona a escalada na carreira profissional.
“Encontro características comuns às pessoas que tem maior sucesso”, diz Eliane Figueiredo, diretora – presidente da consultoria Projeto RH. Ou seja, conforme escreveu a blogueira Penelope Trunk, há, sim, algumas regras que profissionais que chegaram ao topo não quebram. Confira quais são elas, na opinião de duas especialistas:
1 Ação permeada pelo entusiasmo
“São pessoas que têm entusiasmo pelo que fazem”, diz Sueli Volpiano, consultora em desenvolvimento profissional e coach. Ela relaciona o entusiasmo e prazer pela ação ao alinhamento da atividade à missão que a pessoa entende ter no mundo. 
“O entusiasmo vem quando a pessoa sente que o que ela faz está alinhado ao que ela é e ao propósito da sua vida”, diz Sueli. Sem entusiasmo não há superação, destaca Eliane. “A pessoa faz por fazer e não vai sair daquilo, fica na mesmice”, diz.
Mas, estar em um emprego ainda distante dos seus sonhos não precisa ser uma razão para perder o entusiasmo, segundo Sueli. Ela ressalta que muitas vezes o trabalho atual pode ser distante missão que a pessoa entende ter na vida, mas se for encarado como uma etapa de um plano maior, a motivação não diminui. “Isso acontece quando a pessoa entende importância daquela etapa”, diz.
2 Não ter medo de errar
O medo paralisa o risco é não sair do lugar. “Um dos aspectos marcantes é que são profissionais que não têm medo de errar”, diz Eliane Figueiredo. Segundo ela, são pessoas que têm objetivos e se lançam em ações sabendo do risco de dar errado. “E se as coisas dão errado, lançam alternativas, e a gente sabe que muitas boas ideias surgem a partir de erros”, diz.
3Comprometer-se com o resultado
O prazer está no processo, na ação para o resultado. Mas as pessoas bem sucedidas não perdem de vista a meta. O comprometimento com ela é visível, segundo os especialistas. “São pessoas que não prometem o que não podem cumprir”, diz Eliane.
Encarar obstáculos e não se deixar vencer por dificuldades é uma das características de quem mantem o compromisso com o resultado, lembra a especialista. “São pessoas que vão atrás, não se abatem e resolvem os problemas”, explica Eliane.
4 Ter em vista o objetivo de carreira
Uma das regras do sucesso profissional é saber aonde se quer chegar. O prazer está no caminho, mas ele leva a um destino e defini-lo, ainda que deixando espaço para eventuais ajustes na rota, é um ponto importante para saber qual trilha seguir. “É desfrutar do caminho, mantendo em vista aonde quero chegar”, explica Sueli.
5 Investir na comunicação e no poder de influência
“A habilidade de comunicação é um aspecto fundamental nas pessoas de sucesso”, diz Sueli. Um bom comunicador também sabe ouvir e tendo em vista o seu destino sabe que no meio do caminho existem pessoas, destaca a especialista.
“A gente não trabalha sozinho”, diz Eliane. Daí a importância em construir um bom relacionamento com os pares. “Quando se constrói alianças é possível influenciar as pessoas”, diz Eliane lembrando que pessoas de sucesso são inspiradoras. “Elas motivam outras pessoas a comprar suas ideias e a ir junto com elas”, diz a diretora presidente da Projeto RH.
Sueli também lembra que dentro desta habilidade na comunicação há também a capacidade de ser flexível para se adaptar ao contexto. “São profissionais que percebem os sinais do meio e das pessoas e promovem ajustes”, diz. 
6 Não se esquecer da vida pessoal
O sucesso é genuíno quando ele não tem como custo a anulação da sua vida pessoal. “ Em executivos de nível sênior ter deixado a vida pessoal de lado é motivo de grande arrependimento e até depressão”, diz Eliane.
Por isso, o equilíbrio é deve ser a regra de ouro e as duas especialistas recomendam a inclusão de um tempo de descanso na agenda. 
“Reservar um momento para si é bom para fazer uma avaliação da trajetória. Quando a pessoa está mergulhada no processo pode perder elementos importantes até relacionados aos seus objetivos finais”, diz Sueli.


20/06/2013

Software "treina" candidatos para entrevista de emprego

"Coach automático": Programa criado por estudante do MIT promete ajudar a melhorar habilidades comportamentais

Mais do que a experiência profissional e formação (previamente elencadas no currículo), a maneira como o candidato interage com o recrutador também conta para o resultado final de uma entrevista de emprego
Pensando neste fato (e em todas as outras situações em que a linguagem corporal importa), estudante de doutorado do MIT (Massachusetts Institute of Technology) criou um sistema de computador que promete dar um “upgrade” nas habilidades de comportamento dos seres humanos.
Como? O software MACH (que significa meu treinador de conversas automática, da sigla em inglês) usa uma webcam para analisar o comportamento do usuário e é capaz de, por meio de uma imagem 3D na tela do computador, fazer interações – como dar respostas, elaborar perguntas e até balançar a cabeça. 
As expressões faciais, o tom de voz, a velocidade da fala e até o uso de palavras vazias, equivalentes ao brasileiro “tipo assim”, são analisados pelo software. Depois, o usuário pode assistir um vídeo de si mesmo durante a interação e acompanhar um resumo completo sobre como se comportou no período.
Ehsan Hoque, autor do projeto, testou o software com 90 estudantes do MIT. Os voluntários foram divididos em três grupos e participaram de duas simulações de entrevistas de emprego. 
Entre as duas simulações, todos receberam ajuda: um assistiu vídeos com dicas sobre entrevista de emprego, outro fez uma simulação no software (mas não recebeu feedback) e o terceiro grupo, além da interação com o MACH, assistiu às gravações deles mesmos durante ao diálogo com o programa junto com informações detalhadas sobre como eles se portaram no período. 
Resultado: na segunda entrevista de emprego, os membros do terceiro grupo tiveram um melhor desempenho do que os outros estudantes. 

21/05/2013

Como usar a influenciar de maneira inteligente...



A estratégia de tentar vencer uma discussão atacando a ideia do outro ou tentando mostrar que ela está errada é quase automático quando estamos diante de alguém que discorda do que pensamos. Mas se você precisa ou quer convencer alguém a seguir seu plano, é preciso ouvir mais e falar menos.
O comportamento de tentar persuadir alguém eliminando suas ideias ou as diminuindo é batizado por psicólogos como “influência desconectada”, ou seja, a tentativa de mudar alguma coisa sem se conectar a ela.
Especialistas afirmam que para dar certo, as intenções precisam ser transparentes e ancoradas em um objetivo maior, gerando credibilidade e laços a longo prazo com as pessoas, seja no trabalho ou em casa.
Uma boa técnica para mudar o comportamento é colocar-se no lugar dos outros e agir com empatia, eliminando a imposição e deixando-se influenciar pelos desejos e necessidades alheias, pois essa atitude gera, automaticamente, o mesmo sentimento da outra pessoa em relação a você.
Uma reputação consistente tende a fazer com que as pessoas queiram trabalhar, se relacionar com você e ajudá-lo.
Boa Sorte!
Fonte: Site da FGV.