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30/12/2014

Uma pergunta que todo candidato deve fazer nas entrevistas

As entrevistas de trabalho devem ser uma via de mão dupla. Afinal, candidato e empregador têm o mesmo objetivo: descobrir se a vaga é adequada para o profissional e a empresa.
A melhor maneira de descobrir isso é por meio de perguntas. Mas as perguntas certas.
Especialista em carreira, a americana Katharine S. Brooks diz que o que você pergunta pode variar, dependendo da indústria, da empresa ou do trabalho a que está se candidatando, mas existe uma questão que todo profissional deve sempre fazer ao entrevistador:
Como você define o sucesso para esta posição?
"Esta questão vai lhe dar informação privilegiada sobre a posição e a perspectiva do entrevistador ", diz Katharine. "Esse é o tipo de informação que você não pode encontrar facilmente na internet."
Especialista em ambiente de trabalho e escritora, Katharine diz que, ao fazer essa pergunta, o candidato provavelmente irá conseguir aliar seus objetivos de carreira às prioridades da empresa.
"A resposta provavelmente vai gerar informações preciosas, como as habilidades específicas que a empresa procura, as verdadeiras prioridades para o trabalho, uma perspectiva dentro do que é necessário para garantir a posição, e a cultura da empresa", diz Katharine.  
É importante lembrar que a pergunta ajudará ainda a saber se a posição trará desafios e se será gratificante . “É também uma maneira de perceber se você tem as qualificações antes de se comprometer."
Esta questão, em particular, irá equipá-lo com um ponto de referência para o trabalho.
"Se você aceitar a posição, sempre vai saber se está seguindo a missão", diz a especialista.
Boa Sorte!
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/uma-pergunta-que-voce-deve-fazer-nas-entrevistas-de-emprego

17/05/2014

Como se maquilhar para uma Entrevista de Emprego?

Como se maquilhar para uma Entrevista de Emprego? Já parou para pensar como se deve maquilhar quando vai a uma entrevista de emprego? Este é um ponto tão importante e influenciador como o que vai levar vestido ou como se vai comportar, pois vai contribuir de forma decisiva para a imagem que irá deixar e para o que vão ouvir de si... 

Mesmo que não tenha uma entrevista de emprego em vista, não pare por aqui, pois estas são dicas que servem também para o dia-a-dia no trabalho, pois as regras são mais ou menos as mesmas e têm por base a descrição e sobriedade.


 

Aposte em tons neutros para os olhos, podendo delineá-los com um lápis preto ou até mesmo eyeliner, sem grandes exageros vai tornar o olhar mais expressivo e poderoso. Se tiver receio de deixar os riscos fortes de mais, opte por fazê-los com uma sombra preta ou castanha, pois ficarão naturalmente mais suaves. 

O blush deve ser aplicado de forma natural, de forma a deixá-la com uma cor bastante saudável. Opte preferencialmente pelos tons rosas ou, em alternativa, por uma tinta blush/ batom, como a Benetint da Benefit, pois dará um ar muito natural. 

Para os lábios aposte em tons rosados ou corais discretos ou por apenas por um batom revelador de cor, pois o objectivo é dar um toque na natural. 



Em suma, pretende-se uma maquilhagem natural, em que os tons demasiados fortes e escuros estão proibidos para os olhos, assim como os batons demasiado encarnados, pois quer que prestem atenção ao que diz e não à sua boca, não é verdade? Para além disso, não conhece os códigos de conduta da empresa em questão, nem da pessoa que a entrevistará, pelo que é sempre melhor apostar no seguro, ou seja, naquilo que não a deixará mal com certeza. 

Ainda assim, e mesmo que se peça uma maquilhagem natural, não a descure, pois umas olheiras profundas ou uma boca cheia de peles (seca) também podem jogar contra si, tanto como uma maquilhagem demasiado forte... o efeito será sensivelmente o mesmo, mas pelo lado oposto.

Boa Sorte!

http://soniagodinhomakeup.blogspot.com.br/2013/12/como-se-maquilhar-para-uma-entrevista.html?spref=fb

01/04/2014

A pergunta que o presidente da IBM sempre faz na entrevista

 IBM
Rodrigo Kede, o mais jovem executivo a assumir a cadeira de presidente da IBM no Brasil, costuma dizer que tem um “quê” de geração Y. Aos 40 anos, ele se identifica com a inquietude que define os jovens de hoje. “Estou sempre procurando coisas novas e aprendizado”, disse ontem em mais uma edição do Na Prática, bate papo online organizado pela Fundação Estudar.
Para ele, foram os desafios propostos e as mudanças na trajetória que o motivaram a seguir carreira na IBM. E lá se vão 20 anos, entre a entrada como estagiário da empresa e a chegada ao posto mais alto da IBM no Brasil.
Ao longo deste tempo, um dos seus lemas de carreira foi e continua sendo nunca se acomodar. “Crescimento e conforto não coexistem, você tem que sempre estar fora da sua zona de conforto para estar crescendo e progredindo”, diz Kede.
Ele diz que, por isso, uma frase de Walt Disney sempre o norteou: “gosto do impossível porque lá tem menos concorrência”.
Por aí já dá para ter uma ideia do que ele valoriza no perfil de quem quer trabalhar na IBM. “Gosto de pessoas que estejam a fim de aprender, conhecer outras coisas e que estejam abertas a aceitar feedback”, diz.
Ele também afirma que não contrata gente que está de mal com a vida e defende a diversidade das equipes. “Um negócio, para ser bem-sucedido, precisa disso”, explica.
Mas uma pergunta é crucial no processo de avaliação de um candidato, independente do nível da posição em aberto: “O que você se vê fazendo nos próximos 5, 10 anos e no fim da carreira?”.
“É uma pergunta simples, mas é profunda e mostra muito do DNA da pessoa”, justifica. E ele já alerta: responder que se vê como presidente da IBM não é bem a resposta que ele quer ouvir. “Não gosto disso porque é uma consequência, não um fim”, diz.
Por outro lado, candidatos que demonstram vontade de transformar e liderar pessoas e de estarem envolvidos em algo que cause impacto na sociedade são os que se destacam mais aos olhos do jovem presidente. Mas o desejo precisa ser genuíno, afinal, respostas prontas e vazias não costumam fazer o menor sucesso na entrevista de emprego.
Boa sorte!
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/a-pergunta-que-o-presidente-da-ibm-sempre-faz-na-entrevista

10/01/2014

8 atitudes para brilhar nas seleções de trainee em 2014

Entregar o trabalho de conclusão de curso, passar em todas as matérias e conquistar o canudo é só o começo. Ao turbilhão de fim de ano soma-se a expectativa para estrear no mercado de trabalho como profissional diplomado.
E é aí que entra o sonho de ser trainee de uma grande empresa. Muitos jovens, inclusive, já participaram de processos seletivos neste ano, sem sucesso.
Para ajudar os veteranos das seleções e também os novatos, EXAME.com pediu a dois especialistas as dicas do que fazer desde já para aumentar suas chances de arrasar na próxima temporada de seleções, em agosto e setembro do ano que vem. Confira:
1 Decifre a sua fonte de motivação para ser trainee
“O jovem precisa pensar no momento de vida dele e se vale a pena encarar a carreira de trainee no seu caso”, diz Luís Abdalla, presidente da consultoria Seja Trainee.
As vantagens de ser trainee saltam aos olhos. Carreira acelerada, oportunidade de conhecer todas as áreas de negócio e de ter contato direto com as lideranças são alguns dos atrativos.
Em contrapartida, a cobrança é maior, é frequente a exigência de mudança de cidade e os processos seletivos são exigentes. Coloque na balança e decida. Você quer mesmo ser trainee?
2 Descubra competências que devem ser reforçadas
Para aqueles que colecionaram reprovações nos processos seletivos deste ano, a dica é avaliar o que ficou faltando para ser aprovado. 
“É pensar no que poderia ter se saído melhor nos últimos processos e qual foi a fase mais desafiadora. Pode ter faltado estudo de mercado, informações sobre a empresa ou pode ter sido a questão comportamental que tem a ver com confiança”, diz Abdalla.

Mas como descobrir? “A partir dos feedbacks recebidos das empresas”, afirma Luis. Quem nunca participou de uma seleção deve pedir opinião de professores, amigos e parentes. De acordo com Eline Kullock ,presidente do Grupo Foco e especialista em Geração Y
“Mas as pessoas vão dar feedback de acordo com capacidade de resposta do jovem e saber escutar vai ser importante nesse processo”, diz Eline.

3 Mantenha-se ativo e atualizado
segundo os especialistas. Dar aulas, tocar projetos em empresas júnior, trabalhos temporários e oportunidades profissionais devem ser escolhidos com foco no aprimoramento de habilidades, segundo Eline.
“Pode ser a participação em um negócio familiar, trabalho voluntário, associar-se a uma organização não-governamental”, diz Abdalla. 
Todas essas atividades contam pontos porque demonstram o interesse na atualização constante e no desenvolvimento de competências. “E preparam o jovem para o mercado de trabalho. Dar aulas por exemplo amplia a capacidade de planejamento”, afirma Eline.

4 Cheque sempre as oportunidades
“O jovem deve estar atento porque nem todas as oportunidades para trainee surgem no segundo semestre”, diz Eline. Mesmo em menor número, há seleções abertas durante todo o ano.
5 Invista em networking
A rede de contatos é um dos principais ativos de um profissional. Apostar em networking rende bons frutos durante toda a trajetória de carreira e quanto antes você perceber isso, melhor.
“Nesse período é ideal manter a rede de contatos ativa, conversando com professores, colegas e com as pessoas que já passaram por processos seletivos. Isso deve ser feito sempre, não só quando quer conquistar uma vaga”, diz Abdalla.
6 Defina filtros de interesse
Bens de consumo, indústria, mercado financeiro, construção, etc. Quais os segmentos da economia mais atrativos para seguir carreira? Área financeira, marketing, negócios, recursos humanos, etc. Uma vez dentro de uma empresa, qual o seu foco de atuação?
“É importante definir filtros porque as oportunidades são inúmeras. Quem não define tende a estar mais disperso nos processos seletivos”, diz Abdalla. “Não adianta se candidatar a todos os processos só porque a empresa tem nome importante”, diz Eline.
7 Pesquise os requisitos das empresas que lhe interessam
A partir da filtragem baseada no seu planejamento de carreira, será possível fazer uma lista das empresas que, como pregam os recrutadores, “fazem os seus olhos brilharem”.
Pesquise os requisitos para os candidatos a trainee. “Se o objetivo é conquistar uma vaga no Citibank, por exemplo, é preciso ter inglês avançado ou fluente. Por mais bem preparado que esteja, se não tiver o idioma, não vai conseguir”, diz Abdalla.
8 Busque o conhecimento
“O jovem deve aproveitar este tempo para fazer cursos e não necessariamente cursos pagos”, diz Eline, lembrando que há boas opções na modalidade virtual que são gratuitas.
Quem tem a possibilidade pode aliar o útil ao agradável e planejar uma temporada trabalhando ou estudando no exterior. Algumas empresas veem com olhos experiências internacionais.
De acordo com Abdalla, as etapas iniciais das seleções geralmente cobram quatro tipos de conhecimento : inglês, raciocínio lógico, português e conhecimentos gerais.
“Em raciocínio lógico, são questões comparáveis com perguntas de vestibular ou de provas de concursos públicos”, diz. Simulados, livros e sites podem ajudar.
Na opinião de Eline, mais do que textos na internet ler livros é uma ótima maneira de desenvolver a capacidade de análise crítica. “E as empresas precisam de profissionais com essa capacidade”, diz.
Boa Sorte!

27/11/2013

Pesquisa mostra as melhores cores para usar em entrevista de emprego



Estar bem vestido em uma entrevista de emprego é essencial para causar uma boa impressão nos recrutadores. 

Mas, além das peças, as cores de roupa podem dizer muito sobre um candidato. 
Segundo uma pesquisa da empresa Harris Interactive, realizada com 2.099 profissionais de recrutamento e recursos humanos dos Estados Unidos, as cores azul (23%) e preto (15%) são as mais recomendadas para a ocasião. Laranja está no topo da lista das piores cores (25%), e é a cor mais relacionada a pessoas que não são profissionais. 


 "Vemos isso nas roupas que usamos no dia a dia ou nas vitrines de lojas de roupas sociais: usamos sempre o azul, o preto ou cinza. Os homens ainda podem ainda podem brincar mais com as gravatas", afirma Jorge Martins, gerente da divisão de marketing e vendas da recrutadora Robert Half.


Segundo ele, vestir-se para uma entrevista pede um estudo sobre a cultura da empresa. "Empresas de algumas áreas, como criatividade, esportes e internet aceito é essencial para causar uma boa impressão nos recrutadores. Mas, além das peças, as cores de roupa podem dizer muito sobre um candidato. 

Segundo uma pesquisa da empresa Harris Interactive, realizada com 2.099 profissionais de recrutamento e recursos humanos dos Estados Unidos, as cores azul (23%) e preto (15%) são as mais recomendadas para a ocasião. 
Laranja está no topo da lista das piores cores (25%), e é a cor mais relacionada a pessoas que não são profissionais.

 "Vemos isso nas roupas que usamos no dia a dia ou nas vitrines de lojas de roupas sociais: usamos sempre o azul, o preto ou cinza. Os homeam roupas mais despojadas." 

Para homens, a roupa ideal para uma entrevista geralmente é um terno azul, preto ou cinza, com uma camisa branca e uma gravata puxando para o vermelho escuro", diz. 

De acordo com ele, essa é uma roupa "coringa" e deixa o homem pronto para uma entrevista com um recrutador, um presidente de empresa, e até para um casamento. 

Para a mulher, sempre recomendo tailleur cinza, preto ou bege. Um lenço é a cereja do bolo, mas deve ter sempre tons pastéis", explica. 
Martins já viu candidatos serem dispensados por causa da cor de suas roupas. "Uma vez, pedi para uma candidata usar uma roupa mais formal na entrevista. Ela foi com um vestido muito bonito, mas vermelho. Acabou sendo desclassificada". 

Veja abaixo as impressões que as cores causam, segundo a pesquisa, divulgada pelo site CareerBuilder: 

Preto - Bom líder Azul - Trabalha bem em equipe 
Cinza - É lógico e analítico 
Branco - Bem organizado 
Marron - Confiável 
Vermelho - Poderoso 
Verde, amarelo, laranja ou roxo - Profissionais criativos 

Boa Sorte!

http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2013/11/1376327-pesquisa-mostra-as-melhores-cores-para-usar-em-entrevista-de-emprego.shtml

16/08/2013

Os 10 mandamentos para se dar bem na entrevista de emprego

6 Respeite a estrutura 
Assim que chegar, terá um bate-papo introdutório. Em seguida vêm as questões específicas, de sua aplicação até a sua experiência. Informações gerais sobre a empresa e a função podem vir em seguida. No final, há um espaço para a realização de perguntas.
7 Ouça as perguntas
Seja objetivo em relação às suas respostas, mas não monossilábico. “Tem gente que quer responder mais do que é perguntado, usando a pergunta como ‘gancho’ para falar de coisa boas, mas ao fazer isso acaba desviando a atenção do entrevistador”, diz Sabino.
8 Coloque as suas questões
Faça as perguntas que você elaborou antes da entrevista. Demonstre que você fez uma reflexão sobre a posição e que pesquisou a empresa. “Isso é bom porque o recrutador percebe que o candidato está com o foco na mudança e que já está com a cabeça lá dentro da empresa”, diz Sabino.
9 Mostre entusiasmo
Mesmo que haja reservas, mostre-se entusiasmado. Nas próximas etapas você poderá discutir os pontos que lhe desagradam. “Mas o melhor jeito de mostrar o entusiamo é com informações e fazendo as perguntas certas”, diz Sabino.
Depois da entrevista
10 Agradeça e coloque-se à disposição
“Não existe certo e errado, depois da entrevista porque muito vai depender da abertura que foi dada pelo headhunter”, diz Sabino. Mas uma coisa é certa. É educado e promissor agradecer a oportunidade e colocar-se à disposição.
Caso tenha sentido uma proximidade com o entrevistador, também é possível buscar um feedback a respeito do seu desempenho durante a conversa. “ Fazer o papel de relacionamento é importante, no mínimo o profissional ganhou um contato novo”, diz Sabino.
Boa Sorte!


13/08/2013

Os 10 mandamentos para se dar bem na entrevista de emprego

3 Prepare um kit 
Certificados, referências, portfólio, tudo deve estar contigo no momento da entrevista. Assim, caso seja solicitado você não é pego de surpresa. Muito importante também é fazer uma lista de perguntas para fazer ao entrevistador. Não se acanhe. “Inibição é o pior dos mundos”, diz Sabino.
Responsabilidades, motivo da abertura da vaga, o método de avaliação do seu desempenho, a natureza da sua função em relação à estrutura do departamento, se há incentivos para treinamentos adicionais. Tudo isso deve ser esclarecido durante a conversa com o recrutador, assim como quais serão os seus clientes e quais os planos da empresa e os próximos passos.
4 Esteja para pronto para responder questões que sempre aparecem
Fale-me a seu respeito. Quais foram as suas conquistas até agora? Você está satisfeito com sua carreira até agora? Fale-me sobre uma situação difícil que tenha enfrentado.
Quem já foi em pelo menos algumas entrevistas sabe que estas são bem frequentes durante a conversa. Pontos fortes e fracos, o que você não gosta na sua função atual, qual a decisão mais difícil de tomar e o motivo por que você deseja sair da empresa também são aspectos que muitos recrutadores investigam.
“Muitos candidatos escorregam quando precisam apontar defeitos e problemas”, diz Sabino. Não tente se defender, nem acobertar a realidade. “O headhunter quer saber como ele analisa e julga problemas, o que entende por uma decisão difícil, mas muita gente opta por uma resposta evasiva com receio de se comprometer”, diz ele.
Durante a entrevista
5 Atente à postura
O fala e o recrutador entende. Tome cuidado com a linguagem corporal. Cumprimente o headhunter, sorria, mantenha a boa postura. Não se esqueça de manter contato visual.

12/08/2013

Os 10 mandamentos para se dar bem na entrevista de emprego

Por mais excelente e atraente que seja, não há currículo que, sozinho, conquiste uma oportunidade profissional. “A entrevista de emprego nunca deixará de existir. Ninguém fecha uma contratação sem a entrevista presencial porque, no fim das contas papel e rede social aceitam tudo”, diz Sergio Sabino, diretor de marketing do Page Group para a América Latina.
Ele conta já ter vistos casos de profissionais com bons currículos tropeçarem na hora de encarar o headhunter. “Já vi pessoas com currículos maravilhosos que, no momento da entrevista, se apequenam”, conta.
Para não correr este risco, Sabino selecionou uma série de dicas, a que chama de 10 mandamentos para serem seguidos durante todo o processo que envolve uma entrevista de emprego. Confira:
Antes da entrevista
1 Pesquise
O ponto de partida é o site da empresa. Lá você vai encontrar missão, valores e relatórios oficiais. Procure notícias sobre desempenho passado e tente descobrir planos futuros e avaliações de analistas. Se possível, verifique se algum conhecido trabalha na empresa e converse com ele. “Geralmente esta pesquisa já é feita pelos candidatos a posições executivas que chegam mais preparados e sabendo o que a empresa faz”, diz Sabino.
2 Conheça bem o seu currículo
“Muita gente fica tão focada em pesquisar a empresa que se esquece de estudar sobre si mesma”, lembra Sabino. Portanto, esteja preparado para responder perguntas sobre as passagens profissionais destacadas no currículo. “Muitas vezes o currículo está pronto há um tempo e o candidato tem um discurso ensaiado”, diz Sabino.
Pense em que a sua experiência pode agregar valor à empresa. A partir da descrição da vaga estabeleça uma relação entre a sua bagagem e o que a empresa está procurando.
Acompanhe as dicas nas próximas edições!!!

11/08/2013

Entrevista sem mistério na hora da seleção de trainees

Conhecer os valores, as motivações e a personalidade dos jovens é a grande preocupação dos recrutadores desde a etapa online da seleção de um programa de trainee.
Em vez das tradicionais questões como "Quais são seus pontos fortes e fracos?" e "Como você se imagina daqui a cinco anos?", entram perguntas como "Que legado você espera deixar nesta empresa?" ou "Qual a decisão mais difícil que já tomou em sua vida?".
Por meio delas, serão analisados fatores como autoconfiança, autoconhecimento, iniciativa, capacidade de adaptação, maturidade e habilidade para gestão de conflitos. Portanto, a forma como as perguntas são construídas também merece atenção especial.
"Perguntas hipotéticas levam a respostas teóricas", diz Maíra Habimorad, sócia da Cia de Talentos, empresa que assessora corporações de médio e grande porte nos seus programas de trainee. "Por isso, preferimos construí-las com base em exemplos concretos ou situações pregressas. O comportamento que você adotou numa situação passada costuma predizer como você reagirá na mesma situação no futuro", diz Maíra.
A primeira vantagem trazida por essas mudanças foi tornar a entrevista e o processo seletivo menos previsíveis, obtendo respostas mais espontâneas - e verdadeiras - dos candidatos. Outra foi a possibilidade de checar se a história pessoal do jovem dá suporte às características de personalidade que ele diz ter.
Assim, elevam-se as chances de garantir que a química entre candidato e empresa realmente exista e reduz-se o índice de abandono dos programas pelos trainees. Confira algumas perguntas que vêm sendo feitas pelos recrutadores e saiba o que eles estão avaliando por meio delas.
Prova de fogo
A seguir, sete exemplos de perguntas feitas pelos recrutadores e o que está sendo avaliado em cada uma delas. Você vai notar que, em algumas, os empregadores estão atrás de experiências que confirmem as competências do candidato ou a forma de aprendizado, uma rotina que tem sido cada vez mais utilizada nas entrevistas de seleção.
1 Que legado você quer deixar nesta empresa?
Por meio da resposta, os recrutadores avaliam o perfil profissional do candidato e o que ele prioriza. "A resposta pode ser: aumentar o faturamento; formar pessoas; criar um projeto inovador. Cada uma delas sugere um perfil: analítico, voltado para pessoas ou criativo", diz Maíra Habimorad, da Cia de Talentos.
2 Você teve oportunidade de liderar um projeto? Conte-nos como foi o processo.
A pergunta avalia o estilo de liderança do candidato. "Vamos analisar se a iniciativa do projeto foi dele, se ele permitiu que outras pessoas colaborassem, como distribuiu as tarefas, se foi capaz de identificar problemas no projeto e se teve humildade para fazer as correções necessárias", diz Danilo Castro, diretor da Page Personnel.
3 De que forma você busca autoconhecimento?
"As respostas podem ser muitas: lendo, na religião, na terapia, fazendo coaching - e todas elas são válidas. O que importa mesmo é saber se a pessoa realmente busca autoconhecimento", diz Maíra Habimorad.
A pergunta só é formulada dessa forma para forçar o candidato a dar um exemplo concreto. Assim, os recrutadores podem desmascarar futuros trainees que responderiam "sim" mesmo que não tivessem preocupação real com o tema.
4 Entre seus amigos, como você é lembrado?
Por meio dessa pergunta, o candidato é chamado a discorrer sobre suas qualidades e defeitos e a mostrar como lida com a visão que outras pessoas têm dele. "Podemos avaliar como ele transita entre os demais e sua habilidade nos relacionamentos interpessoais, observando, por exemplo, se o jovem fica na defensiva quando os outros falam dos defeitos que enxergam nele", diz Danilo Castro, da consultoria Page Personnel.
5 O que você sabe sobre si mesmo hoje que não sabia há cinco anos?
Essa é mais uma pergunta que apura o grau de autoconhecimento do candidato. "Quem não tem essa preocupação pode simplesmente dizer que aprendeu inglês", ilustra Maíra Habimorad. Mas aquele que busca o autoconhecimento tende a dar um exemplo de decisão que tomou com base em experiências anteriores.
"Pode ser uma resposta como: `Descobri que definitivamente não quero carreira acadêmica porque já trabalhei num projeto do tipo na faculdade e vi que não é para mim", exemplifica a consultora.
6 Por que escolheu esta empresa e não a concorrente?
A questão permite avaliar se o candidato estudou o mercado no qual está tentando ingressar, se entende o negócio e se de fato se identifica com os valores da companhia - de cuja seleção está participando.
7 Qual a decisão mais difícil que já tomou em sua vida?
O grau de maturidade do candidato e a forma como faz suas escolhas são investigados nessa pergunta. "Essa decisão foi difícil mesmo? O que ele levou em conta ao tomar essa decisão? Do que precisou abrir mão? Esses são alguns pontos que estão por trás da questão e que vamos observar", diz Maíra Habimorad, da Cia de Talentos. Conte uma situação em que precisou trabalhar com uma pessoa difícil.
Esse tema analisa a capacidade do candidato de trabalhar em equipe, sua habilidade de conviver com a diversidade e sua flexibilidade. "Vamos observar, por exemplo, se ele tentou entender o ponto de vista da outra pessoa, por que ela agia da forma que o incomodava, ou se apenas impôs sua ideia, desconsiderando a forma de pensar do outro", exemplifica a consultora Maíra, da Cia de Talentos.
Boa Sorte!


26/07/2013

1 Minuto Atenção!!!

Mostre seu valor

Em entrevistas para recolocação profissional é natural você mostre predisposição a dizer que pretendem aprender com a empresa. Porém, salvo algumas exceções, as empresas buscam mesmo é o lucro e é isso que elas procuram em um candidato. Ou seja, em que você pode agregar de valor para a empresa e ajudar a aumentar os lucros e crescer.

Pense nisso e monte sua estratégia!

Boa Sorte!

13/05/2013

7 temas que podem fazer candidatos gaguejarem na entrevista


entrevista de emprego
Falar sobre decepções, fracassos e demissões deixa candidatos constrangidos
São Paulo - As palavras faltam, as mãos ficam geladas e algumas gotas suor dão o ar da graça. Algumas perguntas de entrevista de emprego chegam a exercem este poder sobre alguns candidatos.
“Geralmente são perguntas que englobam pontos fracos ou em desenvolvimento”, diz Elvira Berni, diretora da People on Time. Para Emmanuele Mourão, headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, o nervosismo fica evidente quando se trata de algo “floreado” no currículo.
Pensando nisso, Exame.com procurou especialistas em recrutamento para tentar descobrir quais são, afinal, estas perguntas que fazem os candidatos gaguejarem. Confira os temas mais espinhosos que, invariavelmente, pintam durante a entrevista de emprego:
1 Movimentação intensa de cargo
“Na hora justificar a instabilidade - quando ela existe - eles gaguejam”, diz Emmanuele. Na opinião dela, os candidatos ficam nervosos na hora de explicar por que mudaram tanto de emprego. 
“Na hora de falar sobre o que vem pela frente eles ficam mais confortáveis, mas na hora de explicar o que já existiu na carreira eles tremem, ficam constrangidos em falar que falharam na escolha da movimentação”, diz. 
No entanto, ela faz uma ressalva. “Isso acontece quando as escolhas foram feitas apenas por aspiração financeira ou imaturidade”, explica.
Dica: Procure mostrar sempre que o que aprendeu a partir da movimentação de carreira. Deixar claro o aprendizado obtido conta pontos a favor do candidato.
2 Motivo da demissão
Este é outro tema que pode ser mais “cascudo” para alguns candidatos. Problemas de relacionamento, que lideram as causas de demissões, são omitidos e o resultado pode ser uma voz mais trêmula e palavras que faltam. 
Vale um alerta. “O contratante quando quer descobrir o que aconteceu busca informações nos ex-empregadores e entra em contato com as equipes”, diz Elvira.
Dica: “Nossa recomendação é o candidato trate do assunto sob a melhor ótica possível, mas sem distorcer a realidade porque isso pode afetar a credibilidade dele perante a empresa”, diz Elvira. Mais uma vez, mostrar o aprendizado é a melhor alternativa.
O que você aprendeu ao ter o contrato encerrado? Pense nisso. “Fale sobre desligamentos com maturidade”, recomenda a diretora da People on Time.
3 Participação em um projeto
No currículo, a informação é que o candidato exerceu liderança em um projeto. Mas, na hora de explicar qual a participação efetiva, as palavras faltam. “A pessoa coloca como se o projeto tivesse disso dela, mas na realidade a participação foi de 1%”, diz Emmanuele.
Dica: sinceridade no currículo e durante a entrevista é o melhor remédio para não gaguejar.
4 Situação em que falhou na negociação
Em toda carreira, há negociações mal sucedidas. No entanto, quando o recrutador pede exemplos, muita gente acha que a melhor opção é negar, dizer que não se lembra ou que não vivenciou fracassos. E este é momento que também pode ser bastante constrangedor.
“Um profissional com 10 ou 15 anos de experiência tem, certamente, inúmeras situações de insucesso, todo mundo tem”, diz Elvira.

Dica: Prepare-se para a entrevista, relembrando situações em que a negociação falhou. Ter exemplos em mente vai deixa-lo mais tranquilo. 
5 Momentos em que não foi capaz de influenciar positivamente a equipe
Até o mais preparado dos chefes enfrenta situações em que não consegue exercer seu poder de influência sobre os funcionários. Mas para quem busca um cargo de chefia, revelar um fracasso em relação a isso pode ser bastante difícil. 
Dica: Vale a dica anterior, resgate na memória situações difíceis relacionadas à gestão de pessoas. O ideal é que a situação venha acompanhada de análise. Hoje, o que você faria de diferente?
6 Relato de passagens decepcionantes
“O candidato precisa entender que o recrutador quer ter um panorama equilibrado e isto engloba aspectos positivos e em desenvolvimento”, diz Elvira. Por isso, é bem provável que apareça alguma pergunta relacionada a dificuldades e decepções vivenciadas ao longo da trajetória profissional. 
Mas na hora de contar com lidam com as passagens menos gloriosas, há profissionais que começam a gaguejar e dizer que não se lembram. “Eles falam que deu branco, mas o bom entrevistador espera ele se lembrar”, diz a especialista.
Dica: Decepções são parte da vida de qualquer profissional. “Ninguém é super homem”, lembra Elvira. “Ele pode dizer que na época não teve uma boa reação, mas que aprendeu com isso e que fará diferente caso a situação se repita”, diz ela.
7 Idioma
Emmanuele conta que quando um candidato coloca que é fluente em inglês ou em outra língua é comum o recrutador começar a conversar no idioma. 
“Ao começar a falar na língua que ele disse que era fluente, já aconteceu de candidato começar a gaguejar pedir para voltar ao português”, lembra.
Esta situação é comum já que o idioma é o item campeão das mentiras no currículo. É o intermediário que é avançado e o avançado que é fluente.
Dica: Antes de colocar que é fluente em um idioma, pense na possibilidade de ter que demostrar seus conhecimentos ao recrutador. Se não for capaz de desenvolver uma conversa no idioma reconsidere o nível que você apresenta no currículo.
Boa Sorte!!


03/05/2013

Sabe qual é a pergunta decisiva nas entrevistas de emprego?

Caros bom dia!

Publiquei dias atras Perguntas em entrevista de emprego que faz um link com a matéria que será publicada hoje, pude perceber que o assunto Recrutamento é de maior interesse dos leitores e por este motivo acredito que é relevante esta divulgação.

Boa Leitura!!!

Qual projeto você considera a realização mais significativa de sua carreira?” 
Essa é a pergunta que o headhunter americano Lou Adler tem feito a seus entrevistados. Como você a responderia? Lou lançou em fevereiro de 2013 o e-book The Essential Guide For Hiring & Getting Hired (“O guia essencial para contratar e ser contratado”).

No livro, sem versão em português, Lou explica que a pergunta tem como objetivo verificar o nível de conhecimento que o profissional tem sobre si mesmo. “A maioria das pessoas não está preparada para responder a perguntas simples”, diz Lou, que cita outras questões acessórias, mas muito objetivas, que costuma fazer, como quais resultados a pessoa alcançou, detalhamento de como realizou a tarefa, os três ou quatro desafios que enfrentou. “Uma entrevista não deve demorar mais que 20 minutos.”
Recrutadores se valem de dois tipos de pergunta. Nas fechadas, as respostas, muitas vezes técnicas, devem preencher requisitos básicos para a vaga e geralmente são feitas no primeiro contato. Nas perguntas abertas, normalmente pede-se que o executivo conte histórias sobre sua carreira que comprovem como usou suas competências.
“A pergunta depende muito do que vai ser observado, do momento da empresa e do que a vaga necessita”, afirma Fátima Zorzato, sócia da empresa de recrutamento Russell Reynolds Associates. O mais importante é saber contar a sua trajetória de maneira natural.
“Ter respostas perfeitas não fará você saber se se encaixa na vaga”, afirma Claudio Aráoz, sócio da consultoria Egon Zehnder e um dos principais especialistas mundiais em contratação, que estará no Brasil em abril para o Fórum Gestão e Liderança da HSM. “Respostas decoradas apenas farão você ser contratado no emprego errado e fracassar”, diz Claudio.
A seguir, oito presidentes revelam que pergunta fariam caso tivessem de escolher apenas uma:
Franklin L. Feder, presidente da Alcoa, fabricante de alumínio
“Diante do contexto que a empresa enfrenta e o resultado específico que procuramos obter, por que você se sente especialmente qualificado para ocupar a vaga? Mas lamentaria ter de fazer somente uma pergunta.”
“Ao fazer essa pergunta, poderia avaliar os valores do candidato, seu foco em resultado, seu diferencial competitivo e talvez obter um insight sobre sua capacidade de adaptação à cultura da empresa.”
Alysson Paolinelli, presidente da Aqces, empresa de logística
“Quais erros você cometeu no maior fracasso de sua carreira e como os superou?”
“Possivelmente, o candidato irá demonstrar algumas características e atitudes que ajudem a conhecê-lo e que me permitam, entre outros pontos, verificar sua humildade em contar um erro ou um fracasso, sua capacidade de assumi-los, de entender como atuou com a equipe, pares e superiores. Também posso saber como ele reorganizou sua carreira e saiu da situação adversa e avaliar como trabalhou o ambiente antes, durante e depois do fracasso.”
Rômulo de Mello Dias, presidente da Cielo, processadora de cartões
“Acredito muito na máxima ‘Sucesso é feito de 10% de inspiração e de 90% de transpiração’, então pergunto ao candidato o que ele pensa disso.” 
“A maneira como o executivo responde diz muito sobre ele. Não somente pelo conteúdo da resposta, mas também pela linguagem corporal. É nessa hora que vejo se ele tem paixão pelo que faz. Basta notar o brilho no olhar.”
Etiene Guerra, diretor executivo da MXT Holding, empresa que desenvolve e fabrica equipamentos de rastreamento e logística
“Por que você quer trabalhar aqui?”
“O candidato pode expor sua forma de raciocinar e tem espaço para me convencer que realmente merece ocupar a posição.”
Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian, fornecedora de informações para análise de crédito
“Uma pergunta somente seria impossível, contudo perguntaria sobre trajetória profissional amarrada aos desafios vividos e as conquistas obtidas.” 
“São questões fundamentais para minha tomada de decisão, pois, quando um candidato conta sua história, ele pode expor seus valores, crenças, aspectos relacionados a liderança, tomada de decisão e atitudes.”
Marcelo Lacerda, presidente da Lanxess, indústria química alemã
“Qual é, neste momento de sua vida, seu maior objetivo?”
“Aqueles que realmente fazem a diferença são os que têm um objetivo de vida claro, específico e preciso, com prazo para sua concretização. Esses têm enorme possibilidade de realização.”
Edward Lange, presidente da seguradora Allianz 
“Quais foram seus dois principais desafios profissionais envolvendo pessoas e como conseguiu solucioná-los?”
“Na resposta consigo perceber se o candidato é honesto, criativo e tem habilidades de liderança, três características que aprecio em minhas equipes.”
Alexandre Costa, presidente da Cacau Show, fabricante de chocolates
“Você é apaixonado pelo que faz?”
“Não tem como se esquivar dessa pergunta com um discurso pronto. Como dizia o filósofo chinês Confúcio, ‘escolha um trabalho que você ame e não terá de trabalhar um só dia de sua vida’. Numa entrevista, quero sentir que ele não está ocupando o cargo; quero que ele seja o cargo.”